sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Trilogia Evil Dead

Você conhece Sam Raimi? Não? E se eu disser que ele é o diretor da trilogia de sucesso Homem-Aranha? Também não?
Pois bem, Sam Raimi começou sua carreira como Steven Spielberg e o neozelandês Peter Jackson: fazendo filmes caseiros. Mas... um filme mudou a sua vida: Within the Woods (algo como "Dentro da Mata"), trazendo o iniciante Bruce Campbell (que apareceu em Homem-Aranha como o anunciador dos lutadores, Homem-Aranha 2 como o porteiro do teatro onde Mary Jane se apresenta, e em Homem-Aranha 3 como um garçom francês), e a franquia de terror/humor negro mais ou menos conhecida: The Evil Dead (chamado aqui como Uma Noite Alucinante).
Esta trilogia de filmes de terror (os dois últimos são de humor negro) marcou a carreira do diretor, tanto que deu origem a jogos de videogame (os últimos saíram para iPhone) e revistas em quadrinhos. E que venha a refilmagem. Espero que seja tão empolgante quanto o original...
A MORTE DO DEMÔNIO (The Evil Dead, 1981)
Pois é, Raimi refilmou seu filmeco caseiro, convertendo-o para essa maravilha. Talvez até melhor que o britânico Hellraiser, mas mesmo assim é demais. O enredo? Simples, mas assustador: um grupo de jovens se hospedam em uma cabana abandonada. Ash (o típico herói bombado interpretado por Campbell) encontra um livro conhecido como Necronomicon Ex Mortis (ou Tatolo Di Monto, sei lá), o Livro dos Mortos. Ao ligar o gravador, a voz vocifera algumas palavras do livro, trazendo almas demoníacas para a superfície. O filme possui momentos perturbadores, como: em uma cena, a mão direita de Ash é possuída por uma força demoníaca, obrigando-o a decepá-la e usar uma serra elétrica em seu lugar, podendo assim liquidar seus amigos possuídos pelas almas DO MAAL!! Bastante perturbador (talvez até mais que Morto, Mas Nem Tanto/Sepultado Vivo), mas considerado um grande clássico pra algumas pessoas.
UMA NOITE ALUCINANTE (Evil Dead 2: Dead by Dawn, 1987)
A sequência do filme The Evil Dead é considerado um refilmagem, porém adicionando algumas coisas, como a clássica cena onde os objetos inanimados da cabana começam a rir demonicamente, fazendo com que Ash entre em crise e caia na gargalhada também. Em Evil Dead 2, o horror foi deixado de lado, dando lugar ao psicótico humor negro da mente inquieta de Sam Raimi. Bruce Campbell continua incrível nesse filme, dando mais valor ao seu personagem do que aos anteriores. A história é praticamente a mesma do primeiro filme, porém adicionando coisas novas e cenas novas, e retirando o terror do primeiro filme. Evil Dead 2 é um daqueles filmes que merece entrar na lista dos melhores do mundo.
UMA NOITE ALUCINANTE 3 (Army of Darkness, 1992)
A última parte da trilogia de terror/humor negro dessa vez, foca mais na comédia pastelão. Após os eventos dos dois filmes anteriores, Ash vai parar na idade média, onde luta contra deadites (é como são conhecidos os zumbis), armado com sua famosa motosserra e sua pouca utilizada espingarda. Aqui, não há do que reclamar: como sempre, Bruce arrasa com seu personagem, sem dar aquele ar arrastado de Freddy Krueger ou aquela ação lerda de Jason Voorhees. Diversão sem fim está nesse filmeco trash.
E isso é tudo.
E que venha o remake de The Evil Dead trazendo Bruce Campbell de volta, porque se não tiver...
Eu mato!!
A paulada (afinal, ninguém quer exagerar)

sábado, 19 de novembro de 2011

Filmes que jamais deveriam ter sido feitos

Hoje em dia, Hollywood leva a sério o lema "o show deve continuar". Tão a sério que produzem filmes que fazem a gente se arrepender de ter gasto o dinheiro que matamos para conseguir. Às vezes, o filme é bom, mas é precário em algumas partes. Em pleno século 21, os Hollywoodianos não fizeram o dever de casa e criaram bombas que faz a gente explodir de agonia (lamento pelo trocadilho idiota). Então, hoje falarei dos filmes podres e explicarei detalhes detalhados...
PERAÍ, JÁ VIRAM O QUE EU ACABEI DE DIZER?
EU DISSE "DETALHES DETALHADOS"!!!!
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!
Bem, é melhor irmos logo com isso...
O FILHO DO MÁSKARA (Son of the Mask, 2005)
Do diretor do infrutífero Como Cães & Gatos, essa sequência do filme O Máskara é mais uma daquelas provas de como NÃO fazer uma sequência. Porra, eu queria que o Jim Carrey estivesse numa sequência melhor, mas aí convocaram o Jamie Kennedy de Pânico, Alan Cumming de X-Men 2 e Bob Hoskins de Super Mario Bros. Já que o Máskara desapareceu na versão em desenho, a máscara viking é do aspirante a cartunista e intérprete da Tartaruga Torpedo... Tim Avery (uma versão mais aparvalhada de Tex Avery), que está com sérios problemas em ter um filho com a gostosa Tonya (Traylor Howard, de Eu, Eu mesmo & Irene). Então, quando Otis (uma versão totalmente cartunesca do cachorrinho Milo) encontra a máscara, Tim a põe e acidentalmente "cria" um filho.
Vamos parar nessa parte para analisar um fato irônico:
No filme original, foi feito uma cena em que três espermatozóides apostavam corrida sobre quem chegava primeiro ao óvulo. A cena engraçada foi cortada até mesmo do DVD, porém foi exibido uma única vez quando o filme deu as caras no SBT. Engraçada demais para um filme-família que Lawrence Gutterman devia ter deixado para Chuck Russell.
O GATO (Dr. Seuss' The Cat in the Hat, 2003)
Após O Grinch de Jim Carrey ter feito um fracasso nos cinemas, a bola da vez foi o famoso Gato da Cartola do escritor Dr. Seuss. O diretor desse projeto de bosta é Bo Welch (que já participou de filmes de Tim Burton, como Beetlejuice e Batman), que fez o filme da maneira que quis: em um momento do filme, o Gato fala um palavrão que jamais estava no livro, que é direcionado às crianças.
Ah, antes de eu falar o palavrão, tirem as crianças da sala.
E RÁPIDO, ANTES QUE VOCÊ SEJA ESPANCADO (A) PELA BELA SAM PUCKETT!!
O palavrão que ele disse foi "filho da p%$&", pois o famoso "beep" cobriu a última palavra. Bem, se ainda quiser ver esse filme feito pelo Austin Powers, olhe LONGE dos filhos. MUITO longe, MESMO!
HOWARD, O SUPER-HERÓI (Howard the Duck, 1986)
O primeiro filme baseado nos quadrinhos da Marvel foi muito mal-recebido.
Então, você diz: "Mas, Eufrazino, essa porra de pato existe?"
A resposta é simples, meu caro amigo (ou amiga) infrutífero(a) e sem-cultura: Howard o Pato é uma espécie de Pato Donald mais adulto, na visão dos desenhistas da Marvel.
Pois é, George Lucas! Você foi mais aproveitado em Star Wars do que nesse filme trash.
E isso é tudo pessoal!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Os desenhos baseados em jogos

Os jogos sempre foram legais. A maioria foi feita especialmente para o design de séries animadas muito legais e fiéis aos games, trazendo a maioria dos personagens e acrescentando visuais hardcore. Não como o desenho Street Fighter, mas como os clássicos de jogos de videogame e/ou computador.
MORTAL KOMBAT: DEFENSORES DA TERRA (Mortal Kombat: Defenders of the Realm, 1996)
Baseado no sangrento Mortal Kombat, criado pela dupla John Tobias e Ed Boon, a série animada havia muita ação, todos os personagens dos jogos e até mesmo os Tarkatans, espécie do lutador laminado Baraka. E, como sempre, Shao Kahn está infernizando os guerreiros de Earthrealm, tentando conquistar o nosso mundo. Inclusive há uma aparição do feioso Kabal (aquele com uma máscara de gás) com as lâminas. Apesar de ter poucos episódios, foi a melhor série de todas.
MEGA MAN: A SÉRIE ANIMADA (Mega Man, 1994)
Baseado no jogo de mesmo nome do NES (Nintendinho), Mega Man é um anime (animação japonesa) com ação de sobra. Como todo jogo e desenho que se preze, há um vilão na espreita. No caso é o velhote Dr. Willy (a versão genérica do Dr. Robotnik), que faz de tudo para capturar o azulado. Mas contando com seus amigos andróides (inclusive o cachorro da foto acima), Mega Man precisa impedir que Dr. Willy pegue ele e o desmonte para construir um robô indestrutível.
AS AVENTURAS DE SONIC (Adventures of Sonic the Hedgehog, 1993)
O primeiro do Sonic já deu as caras por aqui na Rede Globo, dublado pelo imortal Manolo Rey. Baseado nos jogos Sonic the Hedgehog e Sonic the Hedgehog 2, o desenho segue após os eventos dos jogos e antes de Sonic the Hedgehog 3. Entre os 65 episódios, havia apenas um especial de Natal (também exibido na Globo). Seu último spin-off  foi um anime chamado de Sonic X.
SUPER MARIO WORLD (Super Mario World, 1991)
Após um mês do lançamento do sucesso do Super Nintendo, a DiC (responsável pelos desenhos Inspetor Bugiganga, Dennis o Pimentinha, Os Caça-Fantasmas, Capitão Planeta...) lançou esse desenho que não teve muito tempo de vida. A animação se passa após os eventos do jogo e antes de Super Mario World 2: Yoshi's Island. Além disso, novos personagens foram inseridos, como o garoto das cavernas Oogtar. Com aquele visual desengonçado, porém divertido, Super Mario World divertiu adultos, crianças, e marcou a minha infância.
DONKEY KONG (Donkey Kong Country, 1998)
Lembram desse desenho? Passou na Record, no Record Kids. Baseado no jogo de mesmo nome que reiniciou a franquia do macaco Donkey Kong, o desenho era totalmente em 3D, com ótimas animações e situações engraçadas. King K. Rool (no Brasil, o nome não foi traduzido na extinta Sigma) ainda continua infernizando os macacos na ilha Kongo Bongo. Cranky Kong (o Donkey Kong original que atazanava a paixão de Mario no arcade) ainda está disposto a ajudar o seu sucessor, Donkey Kong, a impedir que o crocodilo gordo tome posse da ilha.
E isso é tudo!
Espero que eu tenha sobrevivido a sua infância perdida.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Série dos Mortos - Capítulo 3: Remakes

Nos anos 60, George A. Romero bombou os cinemas americanos com sua série de filmes de zumbis começando com Night of the Living Dead. O que havia começado com uma experiência amadora acabou dando uma carreira promissora à George Romero. Toda obra que se preza merecia uma refilmagem (A Hora do Pesadelo, Dia dos Namorados Macabro, Hellraiser, O Massacre da Serra Elétrica, Sexta-Feira 13, Halloween), e então os três clássicos de Romero foram refilmados com um novo visual, mas com aquele mesmo terror que Romero. Este último capítulo está apenas os três remakes que fizeram ou fazem sucesso até hoje nos Estados Unidos.
A NOITE DOS MORTOS-VIVOS (Night of the Living Dead, 1990)
O diretor dessa refilmagem é o maquiador Tom Savini. Bem, já falei desse filme no artigo anterior, então não repetirei. Como toda refilmagem que se preze, há os mesmos elementos do filme original, porém como está tudo colorido, não há mais do que reclamar.
MADRUGADA DOS MORTOS (Dawn of the Dead, 2004)
Refilmagem do clássico Despertar dos Mortos, o diretor da vez é Zack Snyder, de 300 e Watchmen. O longa, porém, não traz novidades quando o assunto é refilmagem de um filme feito anos atrás. Pouca gente viu o filme original, mas esse longa deu uma atualizada na filmagem utilizando IMAX, tecnologia usada mais tarde pelo diretor Christopher Nolan em Batman Begins e O Cavaleiro das Trevas.
DIA DOS MORTOS (Day of the Dead, 2008)
Lembram de Steve Miner? Ele foi o responsável por dirigir Sexta-Feira 13 Parte 2, Sexta-Feira 13 Parte 3 e Halloween H20: 20 Anos Depois. E agora, ele comanda essa refilmagem perturbadora até a medula. Sim, não é só uma refilmagem de um clássico, como também Steve Miner acrescentou tensão e medo envolvendo um mundo pós-apocalíptico tomado pelos zumbis (enredo que seria homenageado em Zumbilândia). Poucos foram os sobreviventes, e além de rolar algumas paixonites (como no filme inglês Extermínio e em Resident Evil 2: Apocalypse), o filme é totalmente ridículo. Apesar de ser um grande plágio de Zack Snyder's Dawn of the Dead, ainda tenta ser fiel ao original dando lugar à zumbis lentos e mudos (os de Dan O'Bannon eram paralelos, pois corriam feito maratonistas natos). Totalmente inútil.
E aqui encerra a série dos Mortos.
Espero que tenham gostado, e mandem sugestões de artigos nos comentários!

Série dos Mortos - Capítulo 2: A Volta dos Mortos-Vivos

No artigo passado, falei dos clássicos filmes do vovô George A. Romero (seu último filme foi o confuso Survival of the Dead). Agora, quem assume a cadeira de diretor é Dan O'Bannon. Não sabe quem é? Foi o co-produtor de O Vingador do Futuro, escritor de Alien vs. Predador e de Alien: O Oitavo Passageiro, efeitos visuais em Star Wars... e também diretor da obra que ressuscita a lenda de George A. Romero: The Return of the Living Dead. Curiosamente, o primeiro filme dessa "quintologia" foi lançado no mesmo ano que O Dia dos Mortos, de Romero. Também fez os vocais dos zumbis que, aqui, correm feito maratonistas (alusão paralela aos mortos cambaleantes de George A. Romero). Ganhou quatro sequências inferiores, mas com aquela velha pitada de humor negro utilizado em Gremlins.
A VOLTA DOS MORTOS-VIVOS (The Return of the Living Dead, 1985)
Lançado um mês após Day of the Dead, Dan O'Bannon trouxe uma comédia de humor negro com zumbis que fez o maior sucesso nos anos 80. A história é a seguinte: um tonel com um composto químico conhecido pelos fãs como 245Trioxina é aberto por dois curiosos, que acabam libertando um exército de zumbis punks. Nesse filme há várias referências ao diretor Romero e ao diretor italiano Claudio Fragasso. A Volta dos Mortos-Vivos vai fazer você morrer... de tanto rir!
A VOLTA DOS MORTOS-VIVOS 2 (Return of the Living Dead: Part II, 1988)
Aqui, nada de Dan O'Bannon. Quem assume dessa vez é  Ken Wiederhorn, o diretor de Freddy's Nightmare. Jamais acreditem nesse "Parte 2" do título. Para os mais consagrados, é tanto uma refilmagem quanto uma sequência. Aqui os elementos são os mesmos do primeiro filme, mas os atores principais voltaram em outros papéis. A história é um repeteco, mas ainda assim diverte, fazendo com que House of the Dead vire apenas um clássico mofando em uma locadora.
A VOLTA DOS MORTOS-VIVOS 3 (Return of the Living Dead 3, 1993)
Desta vez, o diretor desse filme de terror é Brian Yuzna, conhecido apenas pelos seus trabalhos em Bride of Re-Animator, The Dentist e Initiation: Silent Night, Deadly Night 4. No estilo de O Casamento de Romeu e Julieta, a namorada de um punk se transforma em uma zumbi cheia de piercings e mais espinhos que um ouriço. A trama é legal, mesmo sem aquele humor negro utilizado nos dois primeiros filmes. Um clássico imperdível como esse não pode deixar de faltar na lista dos filmes alugados para assistir na madruga.
A VOLTA DOS MORTOS-VIVOS 4: Necrópolis (Return of the Living Dead: Necropolis, 2005)
O diretor dessa comédia de horror é o neozelandês Ellory Elkayem, que também dirigiu a sequência desse filme da TV americana que foi lançado em DVD mais tarde. Aqui, Necropolis toma um outro rumo, indo mais para o humor negro de sátiras do que o terror do seu antecessor. Numa espécie de Resident Evil, há uma empresa química chamada HybraTech, que é a responsável por produzir o elemento 245Trioxina. Peter Coyote é um dos trabalhadores de lá, e tem planos especiais para a Trioxina, aquela coisa que trouxe os mortos em The Return of the Living Dead. Junto com aqueles típicos adolescentes chatos e pirados que, de tanto ler revistas MAD, acabam falando as frases mais "pés-de-china" da história. Eu vi esse filme, e não vi uma cena que não me fez rir. A Volta dos Mortos-Vivos 4 é tão ruim que chega a ser melhor que aquele filmeco de zumbis do alemão Uwe Boll.
A VOLTA DOS MORTOS-VIVOS 5: RAVE (Return of the Living Dead: Rave to the Grave, 2005)
A série dos filmes de maior sucesso "Dan O'Bannon's Return of the Living Dead" chegou ao fim nessa divertida comédia de humor negro. Após o que aconteceu em Necropolis, Julian, agora na faculdade, encontra um pacote misterioso no sótão da casa de seu tio. Julian leva o pacote para seu amigo Cody analisar, e descobrem uma droga ainda mais potente que o "ecstasy" (aquela aspirina genérica que deixa os festeiros doidões). Uma mega festa rave está sendo produzida e, ao saber disso, Skeet, um traficante, traça seus planos para vender o que puder da droga nesta balada. Mas a droga (a "Trioxina") revela um efeito colateral aterrorizante, à medida que é consumida o que deveria ser uma experiência psicotécnica, os usuários são transformados em zumbis. Essa é a prova de que drogas nos transformam em comedores de cérebro.

No último artigo, falarei sobre as três refilmagens da série de Romero.
Continua...

Série dos Mortos - Capítulo 1: George A. Romero

Eu vi o futuro do terror... seu nome é George A. Romero. É com essa frase oposta a de Stephen King sobre Clive Barker, o diretor do perturbador Hellraiser, que começo esse post falando sobre o gênero mais explorado pelos diretores. Se disseram pornô, erraram. Terror? Quase lá. O que faz mais sucesso são mortos-vivos comedores de cérebro. E quem melhor para comandar esse gênero explorado em outros filmes como Zumbilândia e Todo Mundo Quase Morto do que George A. Romero, o "mestre dos zumbis"?
A NOITE DOS MORTOS-VIVOS (Night of the Living Dead, 1968)
O estreante a diretor George A. Romero começou sua carreira com esse filmeco clássico que há 40 anos ainda assusta os fãs desse gênero viciante. A história é a seguinte: um grupo de sete pessoas fica isolado numa fazenda, cercada por mortos-vivos comedores de carne humana. A obra seria mais tarde homenageada através dos filmes Zumbilândia, House of the Dead: O Filme, entre outros. Ganhou uma refilmagem nos anos 90. A Noite dos Mortos-Vivos é raro, mas é bom demais.
DESPERTAR DOS MORTOS (Dawn of the Dead, 1978)
"Quando não houver mais lugar no inferno, os mortos caminharão sobre a Terra" Essa era a tag-line do segundo filme de Romero, que também recebeu um carinho especial na refilmagem de 2004. No segundo episódio da série "George A. Romero's Series of the Dead", o mundo está dominado pelos zumbis e existem apenas sobreviventes isolados em grupos tentando lutar pela sobrevivência. Além do fato dos zumbis estarem infestando um enorme shopping center (que, mais tarde, seria o enredo do jogo Dead Rising), os grupos precisam lidar com uma arruaceira gangue de motoqueiros liderados pelo maquiador Tom Savini (de Sexta-Feira 13). Apesar da longa duração (2h e 20min), o filme não é cansativo, de modo que consiga prender a atenção de quem assiste (ironicamente, a minha mãe já viu esse filme). George A. Romero dessa vez se superou, hein?!
O DIA DOS MORTOS (Day of the Dead, 1985)
A mente inquieta de George A. Romero deu vida à essa obra de arte, o terceiro episódio da série de filmes "George A. Romero's Series of the Dead" que também ganhou uma refilmagem, dessa vez assumida por Steve Miner (de Sexta-Feira 13). Neste capítulo, os zumbis tomaram posse dos Estados Unidos, e há um pequeno grupo de sobreviventes formado por cientistas e militares que residem em uma base subterrânea na Flórida. Os cientistas usam os mortos em experiências malignas, muitas delas longe dos olhos dos militares. Porém, alguém descobriu que um de seus homens foi usado como cobaia das experiências dos cientistas e baniu os mesmos para uma espécie de caverna onde os mortos-vivos estão. É quando os mortos descobrem o caminho da base militar. Um filme assustador, mas com um ótimo enredo.
A TERRA DOS MORTOS (Land of the Dead, 2005)
George A. Romero volta com tudo! E voltou trazendo Terra dos Mortos, onde os mortos-vivos conseguiram dominar o mundo! Os poucos sobreviventes vivem agora numa cidade cercada por muros que impedem a invasão dos zumbis. Enquanto as ruas são tomadas pelo caos e destruição, os mais ricos se protegem nos prédios ambos comandados pelo milionário Kaufman (Dennis Hopper, de Super Mario Bros.: O Filme). A cidade é totalmente protegida por soldados e o blindado Dead Reckoning (algo como Juízo Final dos Mortos) é utilizado apenas para transportar suprimentos médicos e alguns alimentos. É quando os zumbis adquirem inteligência e se organizam, tornando-se uma séria ameaça às frágeis defesas da cidade. Um capítulo literalmente assustador, e que trouxe Romero de volta à ativa com a sua série de filmes.
DIÁRIO DOS MORTOS (Diary of the Dead, 2007)
O penúltimo episódio da série de filmes "George A. Romero's Series of the Dead" é a prova viva de que o diretor de A Noite dos Mortos-Vivos, O Despertar dos Mortos e O Dia dos Mortos veio para assustar os vivos com seus filhinhos canibais devoradores de cérebros. A trama da vez é essa: "Um grupo de estudantes de cinema está fazendo um filme de terror para concluir o curso. Mas durante as filmagens, noticiários do mundo todo anunciam que cadáveres se levantaram dos túmulos e começaram a atacar os vivos. O grupo decide se esconder, mas um deles prefere gravar tudo em forma de documentário." Romero finalmente nos deu o que queríamos: um filme no estilo "A Bruxa de Blair", mas com zumbis. Como sou fã desse cara, tenho orgulho de dizer que esse é o melhor filme da carreira de George A. Romero.
ILHA DOS MORTOS (Survival of the Dead, 2009)
O último filme da série "George A. Romero's Series of the Dead" realmente deixou os críticos confusos: afinal, é uma continuação da série ou uma sequência de Diário dos Mortos? Basicamente, é a segunda opinião. Com o sucesso de Zumbilândia do diretor Ruben Fleischer, Romero decidiu um filme quase igual ao ridículo House of the Dead: O Filme do alemão Uwe Boll. Ilha dos Mortos se passa seis dias depois que os mortos começaram a andar (ou seja, seis dias após os eventos de Diário dos Mortos). Além disso, "Nicotine" Crocker (Alan Van Spreng, de Diário dos Mortos) retorna nessa "sequência", que mostra o descontrole da Guarda Nacional para deter a ameaça que vai ficando cada vez maior, e é quando Crocker pica a mula com outras três pessoas: Chuck (Joris Jarsky), Cisco (Stefano DiMatteo) e a soldada Tomboy (Athena Karkanis), que saem roubando e vigiando a própria retaguarda em vez de proteger a sociedade que está sendo consumida. Então, paralelamente, paramos em uma ilha dominada por dois clãs: o clã O'Flynn e o clã Muldoon. E o resto? Praticamente parece aquele filme de Claudio Fragasso, Zombi 3. Mas, Romero conseguiu arrancar risadas de algumas pessoas que assistiram esse filme.

No próximo capítulo, falarei sobre o seu spin-off de humor negro, A Volta dos Mortos-Vivos!
Continua...

sábado, 12 de novembro de 2011

Os melhores jogos de PlayStation 2

Todo mundo deve ter um console tão bom que é o queridíssimo PlayStation 2. O sucessor do já falecido PlayStation 1 da Sony - e antecessor do caríssimo PlayStation 3 - teve (e ainda tem) vários jogos: alguns são bons, já o resto... é melhor nem comentar. Hoje selecionei os 9 melhores jogos, e a razão disso é que não encontrei um décimo jogo. Se tiverem alguma sugestão do melhor ou pior jogo para ser o 10º jogo, mandem nos comentários para que ele possa ser elogiado ou bombardeado em público.
9º lugar - THE SIMPSONS GAME
Baseado no famoso desenho Os Simpsons, o irmão de Futurama teve um dos melhores jogos da série, passado apenas por The Simpsons Skateboarding (Sátira de Tony Hawk's Pro Skater), o polêmico The Simpsons Road Rage (Sátira de Crazy Taxi), o engraçadíssimo The Simpsons Hit & Run (Sátira de Grand Theft Auto: San Andreas) e o desconhecido The Simpsons Wrestling de PlayStation 1 (Sátira de WWF: World Wrestling Federation). The Simpsons Game tira sarro de tudo, até das polêmicas de jogos adultos vendidos para crianças. O enredo? Bart encontra o manual do jogo caído do céu (revelado que Deus deixou cair acidentalmente) e descobre que ele e sua família possui poderes especiais, clichês típicos de jogos RPG e qualquer outro gênero que é desmoralizado aqui. O jogo é engraçado, com diálogos inigualáveis na voz de Dan Castellaneta (o Homer Simpson), porém é um desastre quando o assunto são os gráficos e alguns bugs que fazem parecer que o jogo foi feito de papel (como o desastroso Napoleon Dynamite, para o PSP). Recomendo esse jogo para os fãs da série.
8º lugar - TIM BURTON'S THE NIGHTMARE BEFORE CHRISTMAS: Oogie's Revenge
O jogo da vez é baseado no filme O Estranho Mundo de Jack, e tem vários elementos e fases idênticas ao filme. O jogador controla Jack Esqueleto, o protagonista e habitante da Cidade do Halloween, que precisa deter o Bicho-Papão e impedir que ele comece a sua vingança após os eventos do filme. Os cenários são lindos, realistas, com o sombreamento e o design que marcou a carreira de Tim Burton (o diretor de Marte Ataca!) e que parece ter sido esculpido em madeira. Inclusive dá para entrar na casa do Esqueleto, porém precisa fazer favores a outros personagens, passar em todas as missões e descobrir fases secretas (eu já fiz isso e consegui zerar o jogo ano passado). O único problema aqui é o fato de alguns chefes de umas fases são extremamente difíceis. Se ainda não viu O Estranho Mundo de Jack, não perca tempo e olhe no YouTube a versão dublada e curta esse maravilhoso game.
7º lugar - EVIL DEAD: Regeneration
O último jogo baseado na franquia de jogos que é baseado no filme de mesmo nome finalmente encerrou a série. Após os eventos de A Fistful of Boomstick, Ash está internado numa espécie de clínica psiquiátrica e precisa mais uma vez deter as forças DO MAL! Mas, ele não estará sozinho nessa: ele contará com a ajuda de Sam, um nanico meio Deadite (é assim que os zumbis são conhecidos na série), meio humano. O jogo, com visual de desenho animado, é engraçadíssimo, ainda mais na voz do ator Bruce Campbell, o intérprete original do personagem Ash. Uma espécie de Devil May Cry com pitadas de humor negro.
6º lugar - THE URBZ: Sims in the city
Você deve estar se perguntando: que diabos são "Urbz"? Bem, Urbz são uma versão urbana e distorcida dos Sims. Aqui, os ingredientes são o mesmo da série quase sem fim The Sims: você precisa estar entre os melhores, mas com uma boa reputação para ser respeitado nas ruas. Esse jogo quase não foi considerado uma sequência independente de The Sims: Bustin' Out (que também saiu para PlayStation 2), e inclusive há uma participação especial do grupo The Black Eyed Peas. Jogo recomendado para quem coleciona os jogos do Play2 da série dos Sims.
5º lugar - MORTAL KOMBAT: Armageddon
A grande série do sangrento Mortal Kombat  tem jogos verdadeiramente decente (tirando aquela eca do Mortal Kombat: Tournament Edition), agora Armageddon tem mais extras que seu sucessor, Mortal Kombat: Deception. Além da tradicional luta mano a mano, há o hilário Motor Kombat, uma versão sangrenta e hilária do famigerado Super Mario Kart. E trouxe de volta o modo Konquest, que conta a história antes mesmo de ser iniciado o famoso duelo que dá nome ao jogo. Mortal Kombat: Armageddon é a prova viva de que esse jogo é de matar... de rir!
4º lugar - GRAND THEFT AUTO: San Andreas
Violência, prostitutas, guerra de gangues. Esses são os ingredientes do famoso GTA: San Andreas. A bola da vez é um negro chamado Carl Johnson que volta para a sua terra natal para descobrir quem é o assassino da sua mãe. Uma espécie de sandbox, você pode fazer o que quiser, contanto que não haja policiais por perto. Houve uma controvérsia sobre um minigame chamado Hot Coffee, onde mostra Carl transando com a respectiva... vamos chamar de "namorada vagabunda". O jogo - junto com o minigame - foi banido de todas as lojas e redes Wal-Mart. No entanto, no Brasil não foi proibido (ainda bem).
3º lugar - RESIDENT EVIL 4
Acharam que eu ia deixar de falar desse sucesso? Pois bem, RE 4 toma rumo após Resident Evil 3: Nemesis, onde o Governo dá um servicinho ao agente Leon S. Kennedy que é resgatar a filha do presidente. Agora, em vez dos zumbis de Raccoon City, o cenário é um continente espanhol contaminado por uma doença que chamarei aqui de "La Plaga". Leon terá que matar todos os infectados e os monstros que habitam essa cidade sombria. Obviamente, não contarei tudo então terão de jogar esse game que, sem dúvida, é um dos melhores da franquia.
2º lugar - GHOSTBUSTERS: The Video Game
O clássico filme Os Caça-Fantasmas finalmente teve um jogo de qualidade. Também com um visual de desenho animado, o game traz todos os fantasmas dos filmes e do desenho animado The Real Ghostbusters. O game acontece após os eventos de Os Caça-Fantasmas 2, e parece que Nova Iorque ainda está sobre perigo de entidades sobrenaturais. É aí que você entra controlando um novato. As fases são em terceira-pessoa, e parece ainda ter o visual do desenho citado. Jogue o game e como diz a música: If you see something strange in your neighborhood/Who you gonna call?/GHOSTBUSTERS!!
1º lugar - DESTROY ALL HUMANS!: One Giant Step on Mankind
Para fechar esse Top 9, falarei desse game que eu a-do-rei jogar. Aqui, o protagonista é um alienígena que precisa coletar DNA humano para continuar o progresso de clonagem. O jogo é hilário, com o alienígena ganhando armas como sondagem anal e o próprio disco voador que, além de destruir construções e criar o caos, vaporiza pessoas e animais. É como diz o slogan do jogo: "Um passo gigante para a humanidade, mas um passo mortal para os alienígenas!"
E isso é tudo, pessoal!!
Agradecimentos: MobyGames

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Personagens ofensivos

Antes de mais nada, quero me desculpar por não atualizar o blog. Ultimamente, estou atolado de trabalho, ainda mais com a minha mudança, onde voltei para a minha terra natal gaúcha, mas esse mês não terão do que reclamar. Hoje em dia, todo tipo de desenho tem personagens que ofendem os estrangeiros (como Os Simpsons fizeram zoando nós, brasileiros), e posteriormente emissoras de TV (à cabo, inclusive) pararam de exibir desenhos e/ou episódios com estereótipos étnicos ou qualquer tipo de coisa que deixe os estrangeiros com raiva a ponto de banir ou censurar (a Embratur censurou o episódio O Feitiço de Lisa ao mostrar brasileiros retratados como macacos). Segue abaixo a lista de 9 personagens de desenhos ou filmes animados que foram criados com o propósito de "tentar" retratar como é o povo que está sendo zoado.
9º lugar - OS CORVOS (Dumbo)
Nos anos 40, os desenhos dos americanos achavam que os negros eram um pessoal baderneiro, que berrava e riam feito loucos, como mostrados no filme Dumbo. Os negros foram realmente retratados como corvos que riem histericamente e falam de forma histericamente altíssima, pois hoje em dia os negros falam como brancos honrados. Não tenho nada contra os negros, mas francamente Walt Disney! É essa mensagem que você passa às crianças americanas? Mostrando que negros são maloqueiros, histéricos, falam berrando e que são mais pretos que os corvos da imagem acima?
Nunca mais vocês verão desenhos da Walt Disney com os mesmos olhos, podem ter certeza.
8º lugar - MAMMY TWO-SHOES (Tom & Jerry)
Desde que me entendo por gente, sei que Tom & Jerry jamais foi um desenho politicamente correto (como Ren & Stimpy), mostrando a dona de "Tomas" (como ela chamava furiosamente o gato para puni-lo de uma forma cruel) como uma autêntica negra, com erros de dicção e tudo (em um episódio, ao expulsar Tom, ela soletrou O-U-W-T, ao invés de O-U-T, que quer dizer "fora"). Além disso, nenhum episódio teve a coragem de mostrar o rosto dela (só foi mostrado rapidamente em um episódio). Para Tom & Jerry não ser marcado como o desenho mais racista da televisão (em cada episódio, sempre que havia uma explosão, o personagem ficava com o rosto preto e lábios vermelhos), os desenhistas a refizeram como uma mulher branca. Mas gorda do mesmo jeito.
7º lugar - REI LOUIS (Mogli, O Menino-Lobo)
Walt Disney, o criador do Mickey Mouse e a sua patota, rompeu os limites da animação infantil e criaram um estereótipo de um africano, mostrando como um ser de boca grande e rosto marrom. Além disso, o filme (que deveria ser infantil) o mostrou como um festeiro gordo e comilão, devorando melancias com uma dentada só e esvaziando cachos de bananas chupando de uma vez só (no bom sentido, pessoalzinho louco por sexo). E ainda esgaçando os lábios para falar uma ou outra piada de duplo sentido referente aos negros. Como eu já disse, não tenho nada contra os negros, mas acho que Walt Disney errou ao criar um orangotango com cara de africano.
6º lugar - GATOS SIAMESES (A Dama e o Vagabundo)
Gatos siameses seriam mais respeitados se o pai do Mickey não avacalhasse com os negros novamente.
Eu realmente não sei o que dizer ou fazer piada sobre isso, então vamos ao próximo personagem.
5º lugar - PRINCESA TIARA (A Princesa e o Sapo)
Vocês devem estar se perguntando: "Porque picas a Disney demorou para lançar esse filme?"
A resposta está na foto acima!
OH! PELA BARBA DO EX-PRESIDENTE LULA!!
DEMORARAM PORQUE A PRINCESA É NEGRA!!!
Porra, Walt Disney! Devia ter lançado no auge do filme Pinóquio, porque lançou só agora?
Realmente, o estúdio tem sérios problemas de racismo até hoje.
4º lugar - OS INDÍGENAS (Peter Pan - De Volta à Terra do Nunca)
Francamente, eu...
Não posso fazer piada sobre isso.
Próximo!!!
3º lugar - SR. POPO (DragonBallZ Kai)
Todo mundo deve ter visto este ou outro desenho de Dragon Ball ou Dragon Ball Z, então deve se lembrar de Sr. Popo. Aí você me pergunta: "Que diabos é o Sr. Popo?"
Na imagem acima deu para ver que era uma espécie de vidente ou gênio da lâmpada com a pele negra e mais tarde alterada para azul.
Eu já disse antes e direi de novo: não tenho NADA contra os negros. A maioria dos meus amigos são negros, qualquer um tem um amigo negro.
2º lugar - OS BRASILEIROS (Os Simpsons)
O desenho do cartunista Matt Groening ficou conhecido por fazer sátira de grupos étnicos, trazendo um asiático, um afro-americano "gay" e um baiano. Mas a polêmica pegou forte no episódio O Feitiço de Lisa, onde nós fomos retratados como macacos, com violência nas ruas, orfanatos com crianças que eles chamam de "Anjos Imundos" (como mostrado acima), infestação de ratos etc. Em um outro episódio, Lisa diz que o restaurante do capitão que-não-sei-o-nome é o lugar mais sujo que ela já foi. Quando Bart pergunta do nosso país, ela diz: "Depois do Brasil". Além disso, em outro episódio, Krusty diz que queria mandar seu mascote de volta ao Brasil, mas "o problema dos macacos ficou pior". E Fernando Henrique Cardoso declarou que o episódio "mostrou uma versão distorcida do Rio de Janeiro". Valeu, Matt Groening! Por sua causa, os cariocas estão recebendo menos turistas!!!
1º lugar - LIGEIRINHO (Looney Tunes)
Arriba, arriba! Andale, Andale! Esses eram os bordões do rato mexicano mais rápido do mundo (talvez até mais rápido que o Flash ou o Papa-Léguas). É aí que você me pergunta: "Cadê a ofensa desse desenho?"
E é aqui que eu respondo: em 2000, o canal Cartoon Network negou exibir os episódios de Ligeirinho por mostrar cruéis retratações dos mexicanos (os amigos de Ligeirinho foram mostrados como lentos e preguiçosos). O personagem voltou a aparecer em The Looney Tunes Show, com uma atualizada no design.
E isso é tudo, pessoal!