sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Mais um comunicado importante


Sim, meus amigos, ainda estou vivo da silva, graças ao bom Deus.

Se alguém ainda estiver lendo esse blog, tirando bêbados e vagabundos que não trabalham, saibam que tirei umas férias temporárias do blog pra arejar as ideias, além de ter que cuidar da minha vida pessoal.

Afinal de contas, ainda tenho vida.

Perdão pelo vacilo, pessoal, mas só tenho uma cabeça. Se eu
fosse o Agente Smith talvez isso mudasse. Acostumem-se.
De fato, como ainda estou cursando o ensino médio, ainda preciso tirar meu diploma pra arranjar um emprego e me sustentar, portanto isso me consome muito o tempo pra escrever aqui.

Então, aqui vai uma lista das possíveis publicações que pretendo postar ainda esse ano:

- Algum outro artigo muito especial do blog do Amer (ainda estou te dando crédito, viu?)

- Como "The Room" se tornou o clássico que todo mundo ama?

-  Recomendações rápidas

- A queda do Morcego: Destrinchando uma das sagas mais épicas dos quadrinhos

- Super Mario Bros.: O melhor pior filme baseado em vídeo games que já fizeram

- Como minha vida mudou depois que finalmente parei de assistir TV aberta e migrei para o Netflix

- e alguns artigos indefinidos

Enfim, por enquanto alguns estão salvos nos rascunhos do blog, então é provável que possam sofrer alterações ou algo do tipo.

Espero que tenham compreendido.

Até breve... se Deus quiser...


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Uma análise das versões originais inalteradas da trilogia Star Wars


Eu amo Star Wars.

De verdade.

Vibrei de emoção com O Despertar da Força e vociferei os mais variados palavrões quando vi as modificações idiotas que o George Lucas fez.

E depois que a franquia foi comprada pela Disney, os fãs esperavam que a empresa lançasse as versões inalteradas da trilogia, porém como Uma Nova Esperança pertence à Fox, fica muito impossível. E também porque especula-se que os negativos originais estão podres (o que eu acho estranho, uma vez que George Lucas sempre foi muito cuidadoso... pelo menos até 1997)

E também porque George Lucas é um ganancioso que se recusa a lançar as versões originais com que todo o mundo cresceu e chorou assistindo.

Vocês choraram na (SPOILER) morte do Yoda (FIM DO SPOILER), que eu sei.

Porém... eis que surge um verdadeiro Jedi chamado Harmy.

Este sorridente rapaz salvou a vida de
muitos fãs de Star Wars - inclusive deste que vos fala.
"Harmy" (apelido de Petr Harmáček) é da República Tcheca e assumiu a dolorosa missão de restaurar as versões originais e inalteradas da clássica trilogia, pegando várias versões do mesmo filme e reconstruindo cena-a-cena, o que com certeza deve ter aumentado seus HP a um nível superior.

Pelo que eu pude notar, ele retirou tudo que envolvia CGI e cenas longas e arrastadas, além de fazer um favor de retirar a cena tosca em que o Greedo atira primeiro.

YAY!

Imagem comparativa. Notem como na versão "despecializada"
a computação gráfica não faz falta. 
Não só isso, mas um dos colaboradores (que é brasileiro, provavelmente) conseguiu recuperar a dublagem clássica da Herbert Richers.

É, aquela que passava na Manchete, onde tinha o C-3PO com a voz do Alf e o Darth Vader tinha a voz do Mumm-Ra, além do fato de terem chamado a Estrela da Morte de Estrela Mortal e o R2-D2 de "Ár Two Dito" (o que fez muita gente pensar que o nome dele era Arthur, já que naquela época não havia internet ou Telecurso 2000, então os tradutores tinham que esquentar a cabeça pra adaptar a maioria das coisas do melhor jeito possível)

Também dublaram a maioria dos grunhidos do Chewbacca, o que sem dúvida me deu risada em muitos momentos.

Aliás, alguns vão me odiar pelo que vou dizer aqui, mas a verdade tem que ser dita: eu prefiro mil vezes o dublador original do Han Solo do que o Guilherme Briggs.

Não me levem a mal, eu gosto do Briggs, mas vamos ser realistas porque ele não serve pra ser a voz do grande mercenário da Galáxia. Somente Francisco Milani e Garcia Júnior (sim, o dublador do Schwarzenegger) tem o jeito certo de fazer um personagem badass pelo timbre da voz.

É também estranho quando a maioria dos soldados são apenas
imagens (mal) recortadas. Milagre que tem o Harmy pra corrigir...
Claro que a dublagem original comete uns pequenos erros imperceptíveis na maioria das vezes, como a tradução ao pé da letra na maioria das frases e alguns erros de pronúncia, mas nada que prejudique a narrativa. Afinal, Herbert Richers sempre foi sinônimo de qualidade e nunca decepcionou.

Afinal, quem nunca sentiu saudade do Ricardo Mariano narrando "versão brasileira... (com pausa e tudo) Herbert Richers"? Ou de quando chamaram os rebeldes de "Revoltosos" na dublagem do Retorno de Jedi?

E obrigado, Harmy, por ter retirado o Darth
Vader emo da cena final do Retorno de Jedi!!!

Bom, quase não postei fotos da trilogia, até porque os filmes já foram exibidos à exaustão e eu só iria me repetir.

Enfim, assistam. Vocês vão gostar.

Porém... vou esclarecer uma coisa: como todo mundo deve saber, esses filmes foram editados por fãs exclusivamente PARA os fãs da saga. Ou seja, é expressamente proibido sair por aí vendendo DVDs piratas dessas versões inalteradas, até porque são uma preciosidade para quem coleciona as dezenas de bugigangas do Star Wars e não estão em domínio público (não enquanto George Lucas estiver vivo), portanto se encontrarem cópias ilegais vão até à página do Harmy (ou, de preferência, do seu sócio Han Duet) no Facebook e denunciem pra que ele e seus asseclas possam fazer JUSTIÇA!!!

Porque pirataria é crime em qualquer parte da galáxia.

Que a Força estejam com vocês e até a próxima... eu espero...


domingo, 5 de junho de 2016

Uma breve análise de Dragon's Lair


Em 1983, Don Bluth inventou um dos games mais populares do mundo onde você controlava o destino do seu personagem, quase como a Telltale vem fazendo com Walking Dead.

E como o próprio Bluth vai fazer um filme via crowdfunding, nada melhor do que analisar a versão remasterizada do jogo para os consoles.

E é bom?

Bem... mais ou menos...

Princesa Daphne, o principal motivo dos nerds terem desejos sexuais
por mulheres fictícias.
A história é muito simples (muito mesmo): você está no controle de Dirk, um banana que num golpe de sorte é encarregado de resgatar a sensual Princesa Daphne, que é mais interessante que a princesa Peach.

...

Sério, é só isso. A história é somente esse fiapo, mas mesmo assim o jogador se mantém intrigado e ligado nela.

Bom, não chega a ganhar nenhum Oscar (até porque games não levam estatuetas), mas é legal.

E como eu não tenho mais nada pra falar da história, vamos falar da parte técnica.

Este é o casal mais belo, recatado e do lar que você já viu.
Sério mesmo.
Os gráficos são incríveis.

Uma vez que é basicamente um filme interativo, a animação não deixa a desejar. Os movimentos são fluentes e os efeitos especiais são impressionantes até hoje.

A dublagem é empolgante, mas só se resume a grunhidos, Dirk gritando como se tivesse sido castrado e a voz sensual da Princesa Daphne, que era feita por uma das animadoras.

Porém (sempre tem um "porém" daqueles bem grandes), acabamos esbarrando no principal problema: a jogabilidade.

Não faça essa cara, Dirk.
Você sabe que é verdade.
A jogabilidade é a seguinte: você assiste ao filme e aperta um determinado botão no momento certo para dar prosseguimento à história... ou a algum outro destino mais cruel.

Sabem aqueles trechos de Quick-time event que você jogou mil vezes em God of War? Pois é, veio daqui.

Só que controles bons não significam boa jogabilidade, pois requer muito reflexo e paciência do jogador, caso contrário o jogador pode ser reduzido a uma pilha de ossos (literalmente) se não escolher o caminho certo.

E mesmo jogando no Easy, você vai morrer muitas vezes, pois há tanta coisa acontecendo na tela que seu cérebro entra em combustão espontânea.

Claro, na primeira vez que jogar pode não incomodar, mas tente mais algumas vezes e você vai vociferar mais palavrões que a Regan MacNeil.

"Espero que essa poção me dê uma bola quadrada..."
E qual é meu veredicto?

Bem... o "jogo" (se é que podemos chamá-lo assim) só é interessante se ativar a opção de assistir e deixar o controle do video game pra lá.

Apesar dos excelentes "gráficos", o jogo é difícil. Qualquer errinho minúsculo e você já é levado para os braços calorosos da Morte, fazendo com que o jogador fique nervoso a ponto de se tornar um serial killer por causa do grande trauma.

...

Oh meu Deus... então era verdade... games realmente fazem com que nos tornemos assassinos...

Rápido!!! Destruam todas as máquinas de fliperama, consoles e queimem seus jogos antes que seja tarde!!!!!

Até a próxima, minha gente.


(Nota: como eu prevejo que vai ter uma dúzia de comentários escrevendo pilhas de texto a respeito das últimas coisas que disse antes de fechar o artigo, vou logo falando que era tudo sarcasmo. Sério, vocês precisam ter senso de humor... Mas evitem jogar Dragon's Lair e só assistam ao "filme"(?). É mais aliviante)

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Watchmen: analisando a versão estendida



Em 1985, o visionário Alan Moore criou uma das graphic novels mais fodas do século (sim, até mais que A Piada Mortal): Watchmen!

Pra quem nunca leu (sério, você tem problemas), a série gira em torno de pessoas normais assim como todos nós que vez ou outra vestem fantasias espalhafatosas (exceto o Dr. Manhattan) e saem Nova York afora transformando meliantes em purê de batata enquanto saem em busca de alguém que está matando os heróis.

Além disso, a narrativa era interrompida por um gibi de piratas que um guri estava lendo e DÚZIAS de texto, mas mesmo assim não era uma chatice.

Exceto se você for um preguiçoso, porque esse tipo de leitura não é pra você.

E em 2009, Zack Snyder fez uma adaptação sobre a graphic novel... que muita gente odiou. Depois também veio a versão do diretor e a versão "Ultimate".

Eu assisti a versão Ultimate, mas será que é tão boa?

É o que vamos descobrir.

Não parem de ler este artigo ou o Rorschach vai atrás de você.
Depois não diga que eu não avisei...

Pois bem, no prólogo Edward Blake (Jeffrey Dean Morgan) estava descansando enquanto pensava em novas maneiras de estuprar uma cabra, quando um misterioso criminoso invade sua casa.

Claro que isso é tão errado como provocar o pitbull da sua vizinha safada, mas estamos falando de um sujeito de meia-idade, então ele não aguentou a porrada e foi arremessado pela janela do seu apê, onde ficou esmilinguido na calçada.

Depois, Rorschach (Jackie Earle Haley) faz sua investigação e arrebenta uns tiras no processo (cena não presente na versão de cinema/DVD), e então descobre que há um assassino de vigilantes mascarados.

Aí então você sabe o que vem pela frente: mortes, braços mutilados, cotovelos quebrados... enfim, todo aquele tipo de violência que todos nós aprendemos a gostar. Se Alan Moore tiver visto esta versão, com certeza ele acharia melhor do que as outras porcarias que saíram baseadas em suas obras.

...

Claro, eu gosto de V de Vingança e entendo o quanto revolucionou a... revolução (e a identidade do Zangado), mas fora isso as outras adaptações eram sofríveis.

Tanto que Alan Moore prefere não ser creditado, para preservar sua visão das suas obras-primas, que os considera "infilmáveis".

Pena que ele preferiu se distanciar de Watchmen, que é um dos melhores filmes que eu já vi.

E vocês achando que só Game of Thrones
era violento...
Uma das coisas que mais me surpreendeu nessa adaptação é o esforço dos produtores em se tornar fiel ao quadrinho.

Claro que, como todo mundo sabe, filmes baseados em histórias em quadrinhos nem sempre geram bons resultados. Vez ou outra temos maravilhas (V de Vingança, Sin City, O Máskara...), filmes razoáveis (300, Spawn, Batman Eternamente...) e outros absurdamente horrendos (Demolidor, Motoqueiro Fantasma, Quarteto Fantástico...), mas aqui vemos que Zack Snyder lutou pra manter a essência, talvez com medo dos fãs mais puristas, mas pelo jeito deu certo.

Snyder nem brincou em serviço e reproduziu quadro-a-quadro todas as cenas de cada página. Óbvio que pra quem é novato, o roteirista fez questão de espremer tudo pra um filme de 3 horas e meia (ou 2 horas e meia, se você viu a edição do DVD), mas é um resumo que funciona muito bem.

Os efeitos especiais são incríveis. Claro que tem umas derrapadas quase imperceptíveis, mas é só prestar mais atenção e verá que essa sim é uma das adaptações mais fiéis de um livro.

A única coisa que me incomodou aqui foi o fato do diretor fazer questão de mostrar o pinto do Dr. Manhattan sempre que possível. Sim, isso estava presente nos quadrinhos, mas Snyder faz de um jeito exagerado.

Esta imagem é só pra mostrar o quanto a Malin Akerman é sexy,
portanto não vai ter nada a ver com o que direi a seguir...
Uma das coisas que o pessoal mais tem reclamado foi da violência explícita.

Quem já leu os quadrinhos sabe que havia sangue e porrada pelos borbotões, provando que sim, os heróis são humanos como eu, você, sua mãe e até a vadia da tia do Bátima.

Mas no filme... nossa, aqui temos braços arrancados, cotovelos quebrados e tanto sangue que faria o Drácula não ter mais fome por mais uns mil anos.

Diabos, temos até uma gloriosa cena em que um jovem Rorschach arranca a cara de um guri a dentadas!!!!

Claro que isso tudo vem embalado na irritante técnica slow motion que o diretor adora inserir nos seus filmes, e esse é outro ponto fraco do filme: as cenas de luta.

Felizmente são poucas, mas todas elas usam aquela tática de câmera lenta-depois acelera-depois lenta de novo... chega a irritar até quem é acostumado.

Esse fator também estava em 300 e em Batman vs Superman: A Origem da Justiça, o que indica que Zack Snyder não é muito inovador em fazer cenas memoráveis.

...

Exceto as cenas violentas do Rorschach, essas sim são inesquecíveis.

Agora, um grande mérito é a animação baseada em Contos do Cargueiro Negro que invade a narrativa do filme (na versão Ultimate), exatamente como acontecia nos quadrinhos.

Ok, vou explicar: há um subplot em Watchmen onde um garoto frequentemente lê Contos do Cargueiro Negro enquanto o jornaleiro normalmente faz seu trabalho.

E isso acontece algumas vezes, até mesmo quando a história principal está no ápice. Mas não é muita coisa que possa brochar um ávido leitor de quadrinhos.

Na história, Gerard Butler (sim, o próprio Leônidas) é um marinheiro que acaba naufragando numa ilha com os cadáveres dos seus camaradas depois de um encontro amigável com o Cargueiro Negro.

E o que ele faz depois disso é criativo: constrói uma jangada com os corpos (e até conversa com um deles, como se fosse uma versão zumbificada do Wilson) e pretende voltar pra sua terra avisar do grande perigo que se aproxima, além de se envolver em altas confusões enquanto enlouquece no alto-mar.

A animação é até impressionante, lembrando as animações que a DC atualmente faz. Muito bem detalhado e violento, é como se fosse a versão americanizada da origem de O-Ren Ishii, que também invadiu a narrativa de Kill Bill Vol. 1 de uma forma espetacular.

Ou seja, considero Gerard Butler um pirata muito melhor que o Jack Sparrow.

Sim, foi isso mesmo que eu disse.
Conforme-se.
Concluindo, Watchmen é uma obra de arte. Claro, não é uma adaptação 100%, mas é o melhor que pudemos receber. E agradeçam ao Zack Snyder por ter tido extremo cuidado, que é uma coisa que muitos diretores não andam tendo.

Mas fiquem com a versão estendida (que tem 216 minutos de duração!), que é muito melhor que a versão de cinema.

Bom... vou ficando por aqui... até a próxima... e cuidado com o Rorschach...


sábado, 23 de abril de 2016

Os games banidos no Brasil


Eu sinceramente não sei se alguém ainda visita esse blog, uma vez que eu quase nunca posto alguma coisa e me espanto com o fator "deserto" contido aqui.

Digo, além do Blog do Amer (que é sensacional, caso você ainda não tenha visto), alguém mais lê blogs? Porque o Blogspot pode durar uns dez mil anos se eu estiver certo e mesmo assim é capaz de acabar igual ao Flogão.

Quem já teve um sabe como é.

Pois bem, hoje trarei um assunto random que muita gente anda usando pela internet afora e portanto pra alguns de vocês não deve ser novidade: os games que foram banidos no Brasil.

Porque quando um game é lançado aqui pra que possamos dar dinheiro ao responsável pra que ele não morra de fome, nada mais saudável que um advogado filho da puta surgir do nada e acabar com a festa, não é mesmo?

Então aqui terão alguns games que foram banidos, seja pelo motivo mais idiota ou algo mais sério.

O que eu duvido muito, pois a maioria foi por motivos idiotas. Aqui é o Brasil, o que esperavam?

Então chega de enrolar e vamos começar!


Postal

Este aqui é um caso muito peculiar. Eu só soube da existência desse game através do filme do Uwe Boll.

Que aliás, é um filme bem... meh.

Não me entendam mal, eu curto filmes (bons) de games, mas sempre tem aquele meio ruinzinho que a gente tenta não olhar, mas não resiste.

Aconteceu comigo quando vi o filme do Alone in the Dark. Me arrependi de ter feito isso logo depois.

Pois bem, Postal... não tem uma história a ser seguida. Você é um transeunte inocente que sai por aí tocando o terror e matando todo mundo que encontrar pela frente. Simples assim.

E toda essa simplicidade fez com que o game fosse banido aqui... o que não adiantou pra nada, uma vez que ele está disponível na Steam.

O segundo game da série tinha uma história pelo menos (ainda que absurda): você é o mesmo transeunte inocente do primeiro game, mas agora vive num trailer com um pitbull e uma esposa que nunca aparece e que te dá tarefas pra fazer ao longo da semana.

O grande diferencial do segundo game era que você podia optar em jogar como um cara pacífico (sem matar/chutar/mijar) ninguém ou ser o facínora sádico de praxe e sofrer com as consequências. Isso é uma clara referência aos games da Rockstar, que dão essa liberdade pra terminar o jogo como der na telha.

E claro que o game TAMBÉM foi banido aqui (o que também não deu em nada, pois a Steam o está disponibilizando... só não sei até quando), pois games são mais causadores de crime do que... armas e traumas psicológicos.

Vejam bem, a vida toda eu joguei games violentos: desde Counter Strike (que também foi banido aqui porque sim), quase todos os jogos da série GTA e desde então não me tornei um drogado homicida que metralha todo mundo como se não houvesse amanhã. Não é porque um ser humano normal (e com bom senso) joga World of Warcraft que ele vai pegar uma faca na cozinha e sair matando trolls ou n00bs que só querem roubar seu HP e seu armamento quando menos esperar.

Ou seja, pra essas pessoas de cabeça pequena que agem desde a era dos quadrinhos, vídeo games são a maior causa dos crimes que acontecem. Então se um dia eu for preso, podem culpar o Sonic ou o Mario, porque eles foram causadores de má influência.

Maldito encanador italiano...


Carmageddon

Este é mais um da série "games sem história, mas que mesmo assim todo mundo ama passar horas jogando".

Aqui a trama é tão simples do que você pode imaginar: você é um piloto de um carro (óbvio) super hardcore e você sai esmigalhando pessoas e acumulando pontos durante o ato.

Por algum motivo, os advogados imbecis daqui baniram o game porque acharam que as crianças depois iriam pegar o carro do pai e sair atropelando todo mundo a esmo. Pois Carmageddon é uma causa maior de problemas na estrada do que... bebida alcoólica e drogas.

E é por isso que não adianta o Brasileiro ter alguma coisa legal porque sempre vai ter um afetadinho pau no cu pra tirar de um jeito ou de outro.

Essa cambada de bicha que não curte violência excessiva (NOS GAMES, que fique claro)...


Grand Theft Auto IV: The Lost and Damned

O banimento desse game é tão estúpido... tão imbecil... que eu preciso dividir com vocês.

A história? Bom, você controla Johnny Klebitz, membro de uma gangue de motoqueiros que se envolve nas mais altas confusões típicas de GTA e coisa e tal...

"E por que o game foi banido?", você pergunta (eu acho, porque eu não sei o que vocês pensam aí do outro lado)

Bom, foi por causa da utilização de um trecho de uma música funk, a "Bota o Dedinho pro Alto".

...

Sério? Baniram um game por causa dessa merda? Com tanto problema no mundo, vai banir um excelente game por causa dessa porra que nem pode ser considerada música, não importa o que a Dilma diga?

Tomar NO CÚ, Brasil!


Bully

Esse aqui todo mundo conhece e a maioria sabe o motivo que ele foi banido (pelo menos no Rio Grande do Sul, porque algum PAU NO ÂNUS quis alguma glória pessoal pra se vangloriar mais tarde)

Bom, aqui o jogador assume o controle de Jimmy Hopkins, garoto-problema que é matriculado numa escola, fazendo vários amigos e inimigos e descobrindo coisas ocultas sobre a escola e seus funcionários, blá blá blá...

Se quer saber mais, vá jogar o game! Ora essa...

Por pouco esse game não foi banido também nos EUA. O Jack Thompson (inimigo mortal dos gamers) queria banir o game pois alegava ser um "simulador de Columbine" (quem quiser saber mais sobre essa referência, assista Tiros em Columbine que é bem legal). E ele mostrou uma gameplay para o juiz, que (graças ao bom Deus) não viu nada de errado com o game, alegando que o mau comportamento havia punição e que o fator mundo-aberto em um ambiente escolar foi um surpreendente crescimento para a Rockstar, dando assim uma bela comida de rabo pro Jack Thompson.

Pena que por aqui o game não teve a mesma sorte.


Blood

Blood é basicamente o irmão gêmeo abortado do Doom.

Não é preciso ser gênio pra adivinhar o motivo do banimento deste game aqui. E é pelo mais hipócrita possível: o excesso de sangue.

Uau, estou surpreso que Mortal Kombat tenha se safado dessa e dou graças a Deus todos os dias por isso.

E... é tudo o que eu tenho pra falar por hoje. Sei que o artigo saiu meio curto, mas é porque ultimamente os estudos me impedem de focar em assuntos novos. Então vou tirar um mês de férias pra pensar em coisas novas, e se de repente pintar algo interessante eu posto aqui.

Espero que tenham curtido esse artigo curtíssimo e até a próxima vez!

Agora se me derem licença, vou jogar Postal 2 e tocar o terror por aí...


sexta-feira, 8 de abril de 2016

Os brinquedos mais inúteis de Star Wars



(Nota: Este artigo não tem ABSOLUTAMENTE NENHUMA relação com um artigo escrito pelo Amer Houchaimi - visitem o blog dele, é foda pra cacete! Este artigo é uma adaptação de um artigo - quantas vezes eu disse essa palavra? - escrito pelo Americano Rob Bricken no site io9, então leiam a fonte antes de me acusar de plágio)

(Nota 2: Este artigo contém as imagens mais "grotescas" jamais vistas. Então se estiver lendo esse artigo no trabalho, cuidado. Quem avisa amigo é, então não reclame comigo e sim com os fabricantes dessas monstruosidade.)

Quando Star Wars (ou Guerra nas Estrelas) foi lançado em 1977, ninguém esperava que o filme se tornaria um sucesso. De fato, George Lucas achava que seria uma merda e se mandou pro Hawaii com o Spielberg (onde desse lindo romance nasceria um certo arqueólogo que usa chicote).

Porém, quando soube que o filme arrecadou mais grana que Bill Gates e Steve Jobs juntos, George correu pra pegar sua parte financeira e investir em merchandising.

Desse feitio, saiu brinquedos ótimos (inclusive alguns já eram lançados por aqui há um tempo antes da Glasslite, só que eram feitos de chumbo!), mas a ambição do George Lucas resultou em infinitas cagadas lançadas só pra enriquecer o rabo velho e suado.

Talvez ele tivesse usado o dinheiro pra comprar outras roupas. Fala sério, o cara só usa camisa de flanela! Será que ele não tem outras roupas pra usar além dessas toalhas de piquenique?

Ademais, preparem-se pra ver os horrores que a ambição do George Lucas permitiu lançar para os colecionadores.


O cuidador do Rancor

Vocês assistiram O Retorno do Jedi, certo?

E é DO JEDI, pois a versão brasileira aparentemente traduziu do jeito que quis.

Enfim, neste filme há a icônica cena (o filme, assim como a saga, é cheia de cenas icônicas) em que Luke está aprisionado em uma jaula com um Rancor de stop motion e o mata no portão de contenção.

Depois aparece esse cara com mais óleo no corpo que Danny Trejo e começa a chorar pela morte de seu mascote.

Pois aparentemente os fabricantes acharam que as crianças se interessariam por esse gordo oleoso ao invés de, sei lá... Luke Skywalker, Han Solo ou até mesmo o Boba Fett!

Não, sério, pensa comigo... qual a razão pra idealizar o boneco de um personagem que sequer é importante pro filme?! Ele só aparece por meio segundo, não é razão pra que ele seja idolatrado como se fosse um Deus.

...

Aí me lembro que Darth Vader aparecia só por 12 minutos em Uma Nova Esperança e ganhou uma série infinita de bonecos, o que mostra que tudo que eu disse antes se tornou completamente inútil.


A bibliotecária geriátrica de Ataque dos Clones

Tudo bem, eu sei que vocês apagaram os horrores que esse filme trouxe às suas vidas, mas vamos nos concentrar por um instantinho, certo?

Pois bem, nesse filme há uma cena em que Obi-Wan vai até a biblioteca Jedi procurar informações e questiona o banco de dados quando não encontra nada. Eis então que essa senhora, que parece muito aquela amiga da sua mãe que fuma tanto que tinha bafo de cigarro até no cabelo, olha pra Obi-Wan com uma cara de bunda e diz que a biblioteca Jedi jamais está errada sobre qualquer coisa.

Lógico que essa aparição IMPORTANTÍSSIMA não motivou a Hasbro a lançar uma figura dela. Porém não esperavam que os fãs fizessem um abaixo-assinado online exigindo que a empresa fabricasse um boneco dessa mulher que é mais enrugada que um maracujá de gaveta.

E quando digo fãs, me refiro aqueles marmanjos de trinta e poucos anos que moram com a mãe que não fazem nada na vida além de aporrinhar uma empresa que fabrica brinquedos a fabricar um dessa senhora altamente IMPORTANTÍSSIMA pro filme.

Foi por causa disso que Transformers foi parar nas mãos do Michael Bay. Estão felizes agora?


O robô defeituoso de Tatooine

Sim, aquele robô que explodiu mais que a churrasqueira do Faustão também ganhou uma action figure própria.

Eu duvido muito que esse tipo de figura teve vida prolongada, pois aparentemente crianças compravam somente pra reproduzir a cena em que Luke compra essa porcaria só pra arranjar desculpa em ter o R2-D2.

O que é uma troca válida, pois quem não iria querer ter o R2-D2 em casa? Um androide prestativo, companheiro, que gosta de aventuras e reproduz mensagens de princesas que usam headphone.

...

Opa...


Aquela gorda horrorosa que dançava mal pra caralho no Retorno do Jedi

Como todos devem saber, Jabba é um gângster de índole duvidosa e com uma saúde altamente questionável.

E ele havia um palácio onde residiam as criaturas mais perversas da Galáxia.

...

Não tanto quanto os Klingons, mas chega bem perto disso.

E claro, como todo gângster, ele passava o tempo deslumbrando suas dançarinas. Pois não havia jeito de assistir ao Super Bowl sem fazer um "gato" na TV a cabo do vizinho.

Mas aí eu pergunto: com tantos personagens legais, por que fizeram logo um boneco dessa mulher escabrosa?

...

Também me pergunto se o George Lucas tem algum fetiche sexual por pessoas gordas, mas duvido que eu ache a resposta certa pra isso.

Nem a Oola, que era uma Twi'lek muito gostosa, teve um boneco. Essa era a prova que esses brinquedos eram feitos para COLECIONADORES, e não para as crianças.

Ou seja, se quiser arruinar o aniversário do seu primo ou neto, deem essa monstruosidade de presente pra ele. Depois me digam se ele gostou.


O punk que vendia "death sticks" pro Obi-Wan

Mais uma prova que esses brinquedos eram fabricados para os COLECIONADORES.

Esse personagem (cujo design lembra bastante aqueles punks que tinham nos filmes do Batman - os do Joel Schumacher, claro) aparece numa CENA IMPORTANTÍSSIMA (eu disse que a série era cheia disso) onde tentava vender charutos pro Obi-Wan numa balada.

... eu preferi traduzir "death stick" como charuto, pois aparentemente "pau da morte" pegaria muito mal...

Ou seja, não importa se você é um figurante ou mesmo uma parede, vai ter sempre alguém que quer fazer questão de gastar grana em uma figura de ação baseada na sua pessoa.


Luke Skywalker trabalhando com um vaporizador

...

Eu prefiro nem falar nada a respeito disso...

PRÓXIMO!


Um barman genérico

Aparentemente personagens que aparecem pouquíssimo em qualquer filme da saga possuem mais fãs do que os próprios protagonistas, o que comprova que Star Wars atraiu as pessoas erradas.

Pois este personagem, que aparece por uns momentos em Ataque dos Clones, também ganhou um boneco!!!!

...

Por que existem esses bonecos inúteis? Ah é, lembrei... porque colecionadores compram!

Poxa, George Lucas estava tão desesperado pra arrecadar dinheiro que apostava em tudo. Se fosse esse o caso mesmo, a Nintendo venderia bonecos até das nuvens que faziam parte do cenário do Super Mario Bros.


Esta pessoa desconhecida

Mais um da série "Personagens que aparecem em cenas inúteis importantes pra história".

É, pra vocês verem como fãs de Star Wars eram insanos - assim como as fabricantes de brinquedos - a existência de um boneco desse cara não é à toa. Ele simplesmente aparece por um milésimo de segundo depois que o Lando Calrissian manda um alarme pra que todo mundo saia de Cloud City.

Então esse cara aparece HEROICAMENTE carregando um contêiner de sorvete de 1979 em poucos segundos e mesmo assim ganhou uma legião de fãs!!!!

E o mais bizarro é que tem gente que faz cosplay dele. Pois pelo que podemos ver, um homem carregando uma lata de pinga é MUITO mais importante que qualquer um dos personagens principais da franquia!!!

Lógico que a Hasbro também se deu ao luxo de criar uma história de vida pra ele, mas é tão significante quanto uma espinha na bunda.

Graças a Deus que J.J. Abrams assumiu a franquia a partir do Despertar da Força, pois fico imaginando os horrores que lançariam futuramente.


...

Santa mãe de Deus!!!


A adorável tia do Luke

Eu sei, é estranho incluir só a tia Beru e não o tio Owen. Provavelmente porque ele era um dos personagens mais detestáveis da franquia.

De fato, se lançassem mesmo um boneco dele, imagine as possibilidades... Daria pra fazer com que ele fosse uma versão futurista daquele seu vizinho que vocifera palavrões por produtos importados ou porque Jawas são seres fedorentos que vendem tralhas quebradas pra pobres fazendeiros de nobre coração que vão todos os dias ao deserto tretar com o Povo da Areia.

Mas sei lá, a tia Beru é muito... certinha demais. Logo seria entediante uma criança se entreter com ela.

A menos que seja um colecionador, aí as coisas mudam.


A adorável tia do Luke antes de ser a adorável tia do Luke

Me respondam, o que é mais inútil que uma boneca da Tia Beru?

Exatamente, uma boneca da Tia Beru antes dela ser casada com o Owen!

...

E não, ela não tem nenhum parentesco com a princesa Leia. Aparentemente ela decidiu usar esse penteado hipster porque ela ainda não estava junto de um homem obcecado por colheitas e vaporizadores de potência que tem um péssimo hábito de aprisionar seus parentes até o ano que terminar a colheita de... seja lá o que for que as pessoas futuristas comem.

Pra encerrar, vou falar dos últimos bonecos.


O vendedor de comida de Tatooine

Porque a cena dele brigando com o Jar Jar por um pedaço de frango sem dúvida acrescentou muita coisa na história a ponto de merecer um boneco.


A escultora de penteados da Padmé

Pra que ter a esposa do mercenário emo que mais tarde se tornaria o temerário líder Sith se você pode ter a moça que esculpia os cabelos dela como se fossem obras do Oscar Niemeyer ou do Salvador Dalí e que NEM APARECE NO FILME, não é mesmo?


Aquela coisa que comprou o veículo do Luke

...

...

Sem comentários...


Um dos representantes de Gungan

Porque não basta o Jar Jar Binks, ainda tem que ter milhares de seres que se parecem com ele!!!!


O guia do Star Tours

Fizeram.

Um.

Boneco.

Do.

Guia.

Do.

Star.

Tours.

PELO AMOR DE DEUS, ISSO É O MAIOR DESPERDÍCIO DE PLÁSTICO QUE EU JÁ VI!!!!! VAI TOMAR NO CU, HASBRO!!!! VAI TOMAR NO CU TAMBÉM, GEORGE LUCAS!!! ESPERO QUE TENHA CÂNCER DE PRÓSTATA E MORRA POR TER ESTRAGADO UMA FRANQUIA QUE JÁ TINHA DADO CERTO ANTES, SEU GANANCIOSO DE MERDA!!!!

...

Em breve, um artigo mais calmo e menos estressante.

Eu espero.


segunda-feira, 4 de abril de 2016

Os piores games já feitos (ou: quem foi o imbecil que aprovava estas bostas?)

Obrigado, James Rolfe (vulgo Angry Video Game Nerd) por me inspirar
a fazer este artigo. Você é FUCKING AWESOME, cara!

Sim, meus amigos, eu ainda estou vivo.

É difícil de acreditar, eu sei. mas falta tempo pra produzir artigos e levá-los ao público.

Ou vocês acham que eu espirro artigos facilmente?

Bom, ultimamente eu estou resolvendo uma série de problemas pessoais e isso anda me prejudicando um bocado tanto na criatividade quanto... na criatividade, então eis um artigo rápido pra não deixar o blog mais jurássico que as relíquias do Indiana Jones.

Quem jogava vídeo game (e joga até hoje) certamente gostava de jogar ÓTIMOS títulos, como Starfox, Super Mario World, Castlevania e por aí vai.

E como eu sou um ser humano atrasadíssimo (eu nasci em 1996, afinal de contas), só me desfrutei dessas velharias um tempo depois.

E claro que jogos ótimos não seriam completos sem jogos RUINS!!!!

Vamos então a eles e espero que fiquem até o final.


Superman 64

E começamos "bem" (só que não), com um jogo tão escroto que mostrou que a DC adorava meter o nariz onde não era chamada.

Quem viu o review do Angry Video Game Nerd (ou do Sr. Wilson do Colônia Contra-Ataca) percebeu o quanto ambos sofreram durante o gameplay. E não é pra menos: esse jogo é uma bosta!!!

E o game é exatamente como na foto acima: a impressão que está inacabado é notável facilmente. Tudo porque a DC Comics não deixou a Titus trabalhar direito. Como consequência, recebemos um game mal-feito, com controles tenebrosos e visual escroto.

Tudo bem que o Nintendo 64 não era tão avançado quanto o Xbox One, mas poxa... esse game trouxe Conker, Mortal Kombat Trilogy e Super Mario 64, e estes, mesmo com gráficos limitados, eram perfeitos!!!!

Eu ainda não sei fazer fatalities em nenhum Mortal Kombat, mas isso é mais culpa minha do que dos jogos em si.

Enfim, além do game ser uma merda, o que irrita em si é o limite de tempo. Sim, esse game tem limite de tempo. Isso é obviamente uma praga, pois deixa o jogador tenso e desconcentrado pra terminar o desafio apropriadamente.

É fácil culpar a Titus, mas levem em conta que o game ainda estava em versão beta antes da DC se intrometer. Tudo bem que a empresa era dona do Homem de Aço, mas qualé.

Quando o Superman tiver um game REALMENTE decente (tirando os Legos, que são ótimos também, mas não conta aqui), aí mudo minhas opiniões.


E.T. - The Extra-Terrestrial

HA! Acharam que eu não ia falar desse game?

Pois é, esse game é um exemplo de como um game baseado em um filme de sucesso pode sair errado se for feito às pressas pra aproveitar o sucesso daquilo em que foi baseado.

E a Atari estava esperando muito vender CINCO FODENDO MILHÕES DE CÓPIAS até o Natal... mas só conseguiram 1.5 milhão, gerando a infame crise dos vídeo games de 1983.

E tudo isso porque acreditaram que por causa da popularidade da marca ATARI os jogadores iriam continuar comprando seus games, por mais medíocres que fossem.

Tipo como hoje em dia tem "Nintendistas", "Sonystas" e outros "istas" que formam mais gangues do que no filme The Warriors.

Como o game em si é uma merda inútil (o game se resume a cair em buracos VÁRIAS VEZES pra procurar peças pra montar o telefone e mandar o E.T. pra casa), os pais dos jogadores viram que não valia gastar seus dólares num pedaço de plástico que não serve nem pra cortar batatas.

E pra abafar esse fracasso vergonhoso, a Atari enterrou várias cópias sobressalentes num terreno baldio (que mais tarde virou um lixão)... que também não deu certo, pois uns anos depois loucos colecionadores decidiram ir atrás de alguma fita que estivesse inteira dentro da caixa.

O que prova que a Atari não fez nada certo, exceto o game dos Caça-Fantasmas pra Xbox 360, que é ÓTIMO!!



Duke Nukem Forever

Muito bem, vou lhes contar uma pequena história: Duke Nukem é um personagem BADASS que fez sucesso com seus games jurássicos do MS-DOS (ou Steam) e conquistou muita gente por seu conteúdo... "exótico", além de pegar emprestado frases clássicas de outros filmes FODAS!!!

E jogo após jogo, os fãs pediam mais de Duke, pois depois do Duke Nukem 3D, todo mundo queria mais, como se fossem viciados!!!

Pois é, e isso demorou 15 anos... e podia ter demorado mais.

Quem já jogou sabe o motivo: o game era praticamente ESCROTO!

Eu somente joguei a demo, e mesmo assim detestei essa bosta. Considerando os reviews negativos...

Mas claro que isso não impediu Tommy Wiseau de jogar esse troço.

Sim... AQUELE Tommy Wiseau.


Plumbers Don't Wear Ties

...

Sério mesmo que vocês querem que eu fale sobre esse "jogo"?

A imagem acima não é o suficiente?

...

Bom, não tem muito o que falar. Este é só um dos BILHÕES de jogos Full Motion Video do Sega-CD. Nem todos eram aquela maravilha, mas isso era uma febre na época.

Mas este aqui... CRUZES!!!

Este "jogo" na verdade não passa de uma desculpa esfarrapada pra usar toda a memória do CD em um slide-show porcamente dublado com imagens grotescas (a que eu escolhi acima é uma delas) e você tem que decidir como a história deve prosseguir.

De fato, o único "motion" desse jogo (que supostamente é um full motion video) é o vídeo inicial com essa loirinha voluptuosa.

Bom, pelo menos consegue ser bem pior que os games da Zelda pro CD-I, que mostravam um Link muito pervertido e chapado nas cutscenes.

Eis aqui Link pensando nas inúmeras formas de comer a princesa Zelda
enquanto ela faz questão de se irritar com a expressão facial do seu "herói"


Todos os jogos pornográficos do Atari 2600

Não, você não leu errado. O Atari 2600 tinha games pornôs.

E eram MUITOS, como por exemplo um em que você era um cowboy e precisava desviar de flechas (ou lanças, uma vez que o Atari não tinha poder pra detalhes) pra fornicar com uma nativo-americana amarrada em um cactus (ou uma tábua de passar roupas), ou um game em que você controlava duas mulheres peladas embaixo de um prédio onde está um tarado punheteiro (que ganhou uma versão abominável com os papéis invertidos), e por aí vai.

Sério, estes games são mais vergonhosos que o filme das Spice Girls!!

Sim, elas tiveram um filme próprio. Michael Jackson também tinha, mas o dele era melhor.

Fazer o que né? Os anos 90 eram bem estranhos.

Enfim... isso é tudo que eu tinha pra falar hoje.

Em breve eu tento voltar com um artigo melhor... se eu não tiver um piripaque até lá.