domingo, 18 de março de 2012

Um pouco de nostalgia para esfriar nossas cabeças

Antigamente, as figurinhas traziam personagens engraçados.
Claro, eu sempre ficava frustrado por nunca completar os álbuns de figurinhas, o que mostra que devo ser um parente do Stifler, ou então sou muito azarado mesmo.
Do fundo do baú, revirei cards e cards, e então achei uns bem antigos que até deram as caras por aqui.
E é exatamente disso que vou mostrar a vocês.
C'mon, follow my lead!
Dinosaurs Attack!
Começando com este clássico da Topps, criadora da aclamada linha de cards conhecida como Mars Attacks!
Eu só soube que os cards dos marcianos existiam quando eu vi no filme "Based on the cards from Topps Inc.", o que mostra que sou muito desinformado.
Bom, os cards dos dinossauros mostram que cientistas fizeram uma merda e levaram dinossauros para os tempos atuais.
E somos brindados com cenas grotescas, tais como: um cachorro sendo esmagado, a parte de cima da cabeça de um dinossauro sendo arrancada inexplicavelmente (segundo a imagem acima), além de vermos as entranhas de um homem de terno e gravata após ter sido pisoteado.
De fato, a série foi popular nos Estados Unidos devido à sua violência gore, o que indica que a Topps deve ter subornado alguns caras para não ter sua coleção banida.
Infelizmente, ela só foi banida aqui no Brasil, o que mostra que alguns advogados desocupados não tem o que fazer além de estragar a nossa diversão e banir Bully.
Se o jogo não fosse banido, Jimmy Hopkins esmagaria suas cabeças, seus desgraçados filhos da puta sem infância.
Garbage Pail Kids
Conhecida no Brasil como Gang do Lixo, a série de figurinhas da Topps foi famosa aqui com suas imagens bizarras.
E a gangue tinha um líder: Ike Nojo (conhecido nos Estados Unidos como... nem sei qual o nome dele, quem souber me avise nos comentários).
Aliás, hoje em dia, a série tirou sarro de coisas da cultura popular norte-americana, como Sarah Palin, Jabba the Hutt, Harry Potter, entre outros.
E ainda ganharam seu próprio filme, chamado The Garbage Pail Kids Movie.
O que se tornou um filme de terror, pois além do fato de todos os personagens anões terem a cara do Warwick Davis, o filme era uma diarreia imensa.
Não parecendo nem um pouco com a coleção escatológica de cards.
O sangue de Jesus tem poder!
Mars Attacks!
Ninguém (assim como eu) conhecia a coleção de cards.
Basicamente a série era no mesmo esquema de Dinosaurs Attack!, porém dessa vez o tema era ataque alienígena.
Não era lá essas coisas, mas mostrava uma violência bastante gráfica.
Claro, vindo de uma grande empresa como a Topps, a série se tornou um clássico!
Pois bem, em 1996, Tim Burton decidiu fazer um filme da coleção de cards.
E, de fato, deu muito certo, apesar do clichê.
Quer dizer, toda a computação gráfica, uma cultura country que nem mesmo puseram uma música de Jennette McCurdy (a atriz tinha exatos 4 anos) ou deixaram ela fazer uma pontinha.
De fato, se Marte Ataca! fosse refilmado hoje (nas mãos de Sam Raimi, eu espero), os marcianos morreram ouvindo Not That Far Away ou talvez ouvindo So Close, o que daria mais crédito na cantora.
Além de transformar marcianos em gelatina.
E era isso que eu tinha pra falar hoje.
Até a próxima, meus fãs nostálgicos!

sábado, 17 de março de 2012

Super-heróis de quadrinhos mal adaptados

Eu sempre fui fã de quadrinhos.
A maioria de filmes baseados neles me deixam feliz.
Já outros...
ME DEIXAM MUITO PUTO!
Tudo porque o diretor prefere pôr sua versão artística em cada personagem.
Joel Schumacher e cia., espero que depois desse artigo, nunca mais destruam uma mitologia de heróis.
Deus, como eu odeio Batman & Robin.
E que Deus tenha piedade da nossa alma.
Batman
Por essa você não esperava, né?
Quer dizer, adoro a atuação de Adam West. Sabe, um Batman gordinho com orelhas de gato, uniforme de cores berrantes e que atuava com um Robin magrinho e frágil é muito raro de se ver.
A Warner Bros., atual dona dos direitos autorais do Cavaleiro das Trevas, teve a ideia de produzir um filme live-action, e chamou Tim Burton, na época diretor de Beetlejuice. Para mostrar o quanto estava grato pela contratação, Burton decidiu chamar o palhaço ator Michael Keaton, que foi considerado uma escolha patética.
Mas o que ganhamos foi isso:
Claro, Michael Keaton foi o melhor Batman. Além de ter dado a ideia da série animada do Batman, repetiu seu consagrado e sombrio papel em Batman: O Retorno, o que foi criticado pela horrenda aparência do Pinguim (interpretado pelo veterano Danny DeVito).
Logo depois, Joel Schumacher assumiu a cadeira de diretor enquanto Burton ficou só na produção. Porém Michael Keaton não quis reprisar pela terceira vez o homem morcego.
Então, Schumacher decidiu chamar Val Kilmer. E o resultado foi esse:
Além do péssimo hábito de manter um capuz em que mal pode-se mover a cabeça, o diretor teve a ideia imbecil de inserir mamilos e os horrendos closes na bunda do herói. Entre isso, houve brigas entre Kilmer e Schumacher, na qual o diretor alegou que o ator era muito "mauricinho", o que fez Val Kilmer pular fora do projeto "Batman & Robin".
Batman Eternamente é colorido em algumas cenas, mas sabe ser sombrio, especialmente na origem do Charada. Claro, quem mais, além do Jim Carrey, inventaria um liquidificador que faz lavagem cerebral e transformam seus usuários em malucos magrelos com cabelos cor de cenoura e um traje com um mar de pontos de interrogações?
...
Talvez o Marilyn Manson, mas ele não duraria muito.
Enfim, o estúdio gostou do filme e permitiu que Joel Schumacher fizesse o que desse na telha.
Péssima ideia, porque surgiu o filme que foi cometido, não filmado:
BAT-PLANTÃO MÉDICO!!
Sim, George Clooney está em um dos seus momentos mais tenebrosos da sua carreira. Além do visual excessivamente carnavalesco e mais colorido que um episódio de iCarly, o diretor repetiu a irritante dose de mamilos salientes. E ainda há briguinhas tolas e totalmente gays entre Batman e... Asa Noturna??
Meu Deus, se isso foi pior, nem imagino como foi durante as filmagens.
Aposto que Schwarzenegger deve ter suado pra caramba naquela armadura de robô com direito a luzinhas azuis, como se fosse aquelas fantasias de criança.
Aliás, já que falei do Robin...
Robin
Robin foi criado para dar um contraste nas histórias dark do Batman.
De fato, colocar Dick Grayson, um garoto órfão de trapezistas mortos para ser o Menino-Prodígio foi, de fato, uma coisa de louco!
Qualquer garoto mataria os próprios pais só pra ser ajudante do Cavaleiro das Trevas.
Aí, então, Dick Grayson não quis mais ficar na sombra do Batman, e decidiu ser o Nightwing. E então, os criadores puseram Jason Todd, um adolescente tão xarope que foi morto pelo Coringa, o que nos fez chorar de felicidade.
Mas aí, criaram Tim Drake.
E o resto é história.
Após o sucesso de Batman: O Retorno, Tim Burton disse que no próximo filme ficaria só de produtor. Aí, o pessoal da Warner Bros. chamou um certo diretor conhecido como Joel Schumacher para fazer Batman Eternamente.
Porém, quando Schumacher quis dar vida ao Robin, tudo que eu vi foi isso:

Agora, pare um pouco de olhar para os mamilos do rapaz e preste atenção no que realment interessa.
Bom, não tenho nada contra Chris O'Donnell, ele é um bom ator, mas francamente... precisava apelar pra ele, Schumacher?
Em Batman Eternamente, Dick Grayson não é mais um garoto órfão, mas um marmanjão mulherengo que chorou ao ver seus pais mortos pelo Duas-Caras.
Espera aí, o que??
Muita gente ficou confusa, inclusive os fãs do morcego, pois achavam que o Anthony Zucco mataria os Graysons Voadores.
Mas tudo bem, é o filme do Schumacher, fazer o quê?
Então, o filme fez sucesso mesmo assim, e Joel Schumacher deu vida à Batman & Robin.
E aí...
No filme, Joel Schumacher misturou a personalidade de Jason Todd com o traje do Asa Noturna (que é um dos mais legais, se não fossem os mamilos salientes). Claro, o filme foi totalmente mal-falado pela crítica e pelo mundo por causa do filme ser muito mais gay e colorido, mas elogiado por ser uma homenagem moderna à série dos anos 60, o que fez qualquer filme futuro do Batman ser negado.
Raios, até mesmo Batman Eternamente era colorido, mas não em excesso.
Fora o fato do Duas Caras ter surgido por causa de um café, o filme é impressionante.
E é nesse momento que devemos agradecer a Joel Schumacher porque, por causa dele, agora temos Batman Begins.
Eu quero morrer.
O Máskara
Eu vou dizer, adorei a performance de Jim Carrey no filme baseado no gibi.
E era evidente que o filme era pra ser de terror, segundo o diretor Chuck Russell.
Nos quadrinhos, O Máskara (ou Big Head, como é chamado) é um assassino psicopata frio e calculista.
A máscara de Jade (que não é de viking como nos filmes) já passou na mão de muita gente, inclusive na do Coringa.
Já encheu o saco do Lobo, do Coringa e do Batman, o que mostra que ele é um indivíduo super corajoso.
Quando soube que ia sair a sequência do filme O Máskara, eu fiquei histericamente surpreso.
Aposto que vocês também ficaram.
Mas aí, me decepcionei por isso:
Pois é, ele agora tem orelhas.
E um cabelo de plástico.
E ainda puseram o Randy (Jamie Kennedy) do filme Pânico, o Noturno (Alan Cumming) de X-Men 2 e o Eddie Valliant (Bob Hoskins) de Uma Cilada para Roger Rabbit para fazer essa bomba.
Às vezes as piadas se escrevem sozinhas.
Vamos para o próximo.
Demolidor
Mais cego que juiz de futebol...
Mais corajoso que Ed Wood...
Mais bizarro que... o Bizarro!
É o...
DEMOLIDOR!
O HOMEM SEM MEDO!
De fato, a onda dos filmes de quadrinhos estava bombando no mercado, e aí viram o Demolidor.
E...
Não tenho absolutamente nada contra Ben Affleck. Adoro sua performance e a sua sorte por ter dado uns pegas na Jennifer Garner.
Como se não fosse novidade...
De fato, a versão cinematográfica do Demolidor o deixa mais parecido com o Capitão América, pois ele era uma versão demoníaca do Batman.
Claro, ele entrava em conflito com Elektra Natchios, além de ser inimigo proclamado de John Coffee.
Mas então, ele não tem mais olhos vermelhos.
Olhe bem pra foto.
Não parece que ele ficou sem olhos após o acidente?
E, é estranho que, para um cego, ele enxerga tão bem a ponto de ver a arma da Elektra quase perfurar seu crânio, o que mostra que ele é um cego impostor.
E isso é tudo, pessoal.
Continuem lendo quadrinhos, assistindo os filmes (por mais tenebrosos que sejam) e amem as gostosas coadjuvantes (Halle Berry, é com você mesma que estou falando!)
Até a próxima!

quinta-feira, 15 de março de 2012

Os melhores filmes em stop-motion

Olá, meus caros fãs!
Vocês devem ter estranhado o fato de eu ter sumido, mas tudo porque estava sem ideias para um artigo novo!
Claro, o meu blog corria sério risco de acabar por falta de atualização, pois os artigos costumavam surgir do nada.
Enfim, eu voltei e agora não tem desculpa!
E voltei trazendo um gênero quase esquecido pelas produções hollywoodianas: stop-motion.
Para quem não sabe o que é, é um gênero onde se usa personagens feitos de massinha (claro, diferente de Robot Chicken e Mary Shelley's Frankenhole) e imagens. Quando unidas, as fotos fazem o bonequinho se movimentar, o que mostra o motivo da demora de muitos filmes chegarem aqui.
Claro, considerando o fato de tirar várias fotos para se formar um filme não é tarefa fácil.
E como sou um grande fã de filmes assim, decidi dedicar os melhores minutos da minha vida assistindo os blu-rays de filmes em stop-motion.
Mas estou enrolando demais.
Vincent
Começarei falando desta pérola rara de Tim Burton que quase ninguém conhece.
Tim Burton ficou conhecido por seu estilo sombrio e gótico (que foram utilizados em Batman e Batman: O Retorno), o que indica que foi por causa dele que surgiram os emos, góticos (vocês sabem, aqueles pirados que vivem em cemitérios, doidos pra serem comidos por zumbis maratonistas) e outras coisas que fizeram parte do nosso estilo de vida, e faz até hoje.
Mas eu duvido você adivinhar quem é o Vincent do curta-metragem.
...
E sem checar no Wikipedia.
...
Uma dica: foi o inventor em Edward Mãos de Tesoura.
...
Se você disse Vincent Price, meus parabéns! É tão bom saber que existem internautas inteligentes hoje em dia.
Agora, se você disse que era Vincent Van Gogh, que vergonha, hein?
Bom, o curta fala basicamente sobre Vincent Price.
E quer algo melhor que O PRÓPRIO Vincent Price narrando seu PRÓPRIO curta?
...
Eu queria uma namorada gostosa (que é a Jennette McCurdy), mas não se pode ganhar todas, né?
Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais
Eu poderia ficar aqui debatendo que a dupla Wallace & Gromit renderam muito para os britânicos da Aardman, que o grande inventor merecia ser reconhecido junto com seu cachorro silencioso onde ocorrem situações hilárias.
Mas eu vou por baixo e vou dizer que o filme demorou muito para ser lançado.
Depois de A Fuga das Galinhas, a Aardman (junto com a DreamWorks Animation) decidiu levar seus personagens citados acima para as grandes telonas do cinema.
Claro, como todo o filme é em stop motion, faz sentido sua demora.
O longa é baseado em dois personagens famosos (lá na Inglaterra) que estrelaram alguns curtas e só agora tem um filme de qualidade.
E, como todo filme da DreamWorks, tem que ter um toque do Quentin Tarantino, ou seja, a transformação do "Were-Rabbit" (que é uma versão britânica e gorda do lobisomem com o Hulk), o voo de Gromit para deter a ameaça da cidade (paródia bem burlesca e desgastada de King Kong), etc.
Enfim, o filme é demais, mas merecia ter vindo antes de A Fuga das Galinhas.
O Estranho Mundo de Jack
Outra pérola clássica pelo conturbado Tim Burton
Bem, na verdade este longa não foi dirigido por ele, mas sim por Henry Selick.
Então por que diabos puseram o título assim: "Tim Burton's The Nightmare Before Christmas"?
Sabemos que não dá pra discutir com um cara que usa temas dark em suas produções, vou logo pra história: Jack Esqueleto (dublado pelo talentoso Chris Sarandon) é o rei da Cidade do Halloween, e então o esquelético engravatado descobre a existência do Natal, e sequestra o Papai Noel pra tocar o terror em seu lugar.
Como nem tudo é gostoso como um pacote de Cheetos, o Bicho-Papão captura o Bom Velhinho da Coca-Cola para deter Jack Esqueleto e tomar posse da Cidade do Halloween.
Que sujeito mau!
Como é de Tim Burton que estamos falando, o filme é recheado de músicas sombrias e poucas cores, o que mostra que Burton apostou tudo na escuridão e momentos assustadores, como o fato do Bicho-Papão parecer uma versão verde daqueles bichinhos de pano do LittleBigPlanet.
De fato, não pode ser deixado e vale a pena dar uma conferida.
A Festa do Monstro Maluco
Mais um filme que eu acho que ninguém nunca ouviu falar.
Bom, o filme foi produzido pelos estúdios da Rankin/Bass, responsáveis pelos especiais de natal com uma técnica semelhante ao stop motion chamada "Animagic". A técnica é usada apenas para surgir neve.
Antes de eu contar a história, aí vai um pouco de trivia: Boris Karloff dubla Drácula, "o novo Batman" (segundo ele), a história foi escrita por Harvey Kurtzman e o design dos personagens foi feito por Jack Davis, ambos criadores da engraçadíssima revista Mad.
Interessante notar que Kurtzman incluiu o nome da revista no título do filme, tornando uma "Mad Monster Party?" mais maluca.
Bem, um nerd qualquer é sobrinho do Barão Frankenstein, que está prestes a pendurar seu jaleco e largar de vez as experiências malucas. Ele então convoca todos os monstros (Drácula, A Múmia, O Homem sem Sombra... digo, o Homem-Invisível, Dr. Jekyll/Mr. Hyde, O Corcunda de Notre Dame e o Lobisomem) para uma reunião. Quando o Barão anuncia que o sobrinho nerd será o sucessor em vez de um deles, os monstros ficam raivosos e se voltam contra eles.
No Brasil, o único defeito foi a dublagem. Raios, alguns trechos sequer foram dublados, e dá para perceber um delay no filme todo, porém nada tira o brilho deste filme.
A Noiva-Cadáver
Pois é, mais Tim Burton.
Acostume-se.
Este é um longa praticamente perturbador ao mostrar um bizarro casamento entre um vivo e uma versão zumbi da Marimoon cruzada com a Katy Perry.
Claro, considerando que o filme é de stop-motion, imagino como seria se fosse em live-action.
Provavelmente seria igual àquelas porcarias de Ed Wood.
Quem mais mistura alienígenas com vampiros e zumbis, adiciona diálogos sem nexo e orçamento precário que até matou Bela Lugosi?
Talvez o Johnny Depp, mas ele não levaria isso a sério.
Bem, necrofilia é algo que incomoda muita gente, e Burton aproveitou para dar um tom mais bizarro e dramático à isso, o que confirma minha teoria de Tim Burton ter uma mente inquieta e assustadora.
Uma Cidade chamada Pânico
Este filme francês feito com bonecos de plástico é muito bizarro.
Imaginem só um cowboy e um índio (que parecem ter saído do Village People) dão uma churrasqueira no aniversário do amigo deles, que é um cavalo!!!
Inevitavelmente, a ideia não dá certo e a casa é destruída por eles, dando início a uma série de acontecimentos bizarros para tentar reconstruí-la.
O filme tem vários momentos engraçados, como a prova viva de que um cowboy REALMENTE ama seu trator.
Aqui, dê uma olhadinha!
E o filme foi aclamado pela crítica e foi premiado no Festival de Cannes, o que mostra que franceses adoram este tipo de coisa, assim como nós.
Estou falando da animação, não do fato de destruírem casas.
James e o Pêssego Gigante
Depois de O Estranho Mundo de Jack, Henry Selick volta com outra animação em stop-motion, desta vez misturando live-action, envolvendo Tim Burton pela segunda vez. O diretor, célebre por seu humor bizarro e seu estilo dark, faz um show e tanto nesta produção humildemente modesta em relação à um gênero desgastado, porém resgatado graças à uma animação (presente no fim do artigo) de Tim Burton. A transação das pessoas com a animação é tão impressionante quanto a Nicole Kidman se tornando uma bruxa gostosa.
E isso realmente aconteceu!
Como se vocês nunca percebessem.
Seus biltres!
Rodolfo: A Rena do Nariz Vermelho
A famosa rena do Mascote Natalino da Coca-Cola ganha uma adaptação modesta nas mãos da Rankin/Bass, responsáveis pela maioria de adaptações natalinas (com exceção de A Festa do Monstro Maluco, mas o filme não tem nada a ver com Halloween ou algo do tipo). A famosa técnica Animagic é muito bem utilizada com todo o carinho, porém Rudolph parecia mais a cópia de Bambi, o que mostra que eles sabiam o que estavam o que estavam fazendo.
Será mesmo??
...
Perguntas e mais perguntas. Onde esse mundo vai parar?
Coraline e o Mundo Secreto
Após o fracasso de Monkeybone: No Limite da Imaginação, Henry Selick está de volta!
Desta vez, trazendo algo aterrorizante como A Casa Monstro, só que mais assustador.
Claro, ao parar em um mundo totalmente diferente do seu, Coraline vai parar em um mundo bizarro onde os habitantes possuem botões em vez dos olhos, falam igual ao Peter Lorre (ok, nem todos) e são contrapartes das pessoas que Coraline conhece.
De fato, é uma animação bastante assustadora, mas não psicológica. Nada dá pra ser levado a sério, até porque a animação é para os adultos, diferente das outras animações, o que mostra que aprenderam com os caras do jackass.
O Ano Sem Papai Noel
Mais um filme de Natal feito pela Rankin/Bass.
Raios, até mesmo o Grinch sabe disso. Afinal, ele é quem já se passou por Papai Noel, mas acabou com o coração três vezes maior e com a cara do Jim Carrey.
Sim, eu sei que foi dureza reconhecer Carrey naquela maquiagem assustadora.
E claro, o bonequinho da imagem acima apareceu em Batman & Robin, enquanto Schwarzenegger dançava com pantufas de urso polar e ensinava clones genéricos do Nightwolf a cantar, num dos momentos mais vergonhosos da sua carreira.
O que mostra que Mr. Freeze precisa arrumar capangas maiores.
Mas enfim, Snow Miser briga com o primo gordo do Curupira para ver quem toma o lugar do Papai Noel.
Claro, é um clichê, mas é bem contado com os bonequinhos e os fios de nylon.
Confiram a foto de novo.
Sem mais comentários.
A verdadeira história de Papai Noel
Quem diria? Mais Rankin/Bass!
E quem diria? Mais um especial de Natal!
E aqui, a vedadeira do Papai Noel não é bem explicada, pois mostra Papais Noéis nanicos.
Vamos deixar uma coisa clara: Papai Noel usa botas de salto alto e é gordinho, ele é um pouco maior que as crianças e do mesmo tamanho que os adultos, o que indica que os Sete Anões invadiram a história errada e se fantasiaram de Bom Velhinho só pra dar uns gratinos na Mamãe Noel.
Que está com uma cara de bunda e uma hilária expressão vesga enquanto tricota falsamente.
A Fuga das Galinhas
Com o sucesso dos curtas de Wallace e Gromit, os britânicos da Aardman se juntaram para criar um longa-metragem cheio de ação e de... galinhas?
Não, você não leu errado. As protagonistas aqui são galinhas!
Mas galinhas que estão sendo mantidas em cativeiro sob donos manipuladores, que querem transformá-las em tortas.
As penosas estão tendo planos mais falíveis que o Cebolinha, então chega Rocky, um galo "voador" que promete ensinar as galinhas a voar.
Evidentemente, Ginger (a "líder" e "gênia" dos planos) descobre que ele é uma farsa, mas conseguem fugir.
Não direi como, mas elas conseguiram.
Enfim, o filme é hilário, destaque para os ratos trambiqueiros e o general doidão e velho que quer dar uma de Adolf Hitler.
O Fantástico Sr. Raposo
E está é a prova de que George Clooney não serve para ser ator de filme.
Veja bem, fez o morcego mais gay em Batman & Robin, teve momentos desgastantes em Um Drink no Inferno e quer se achar o Charlie Sheen em Onze Homens e Um Segredo.
Claro, Charlie seria o melhor Sr. Raposo do que George Clooney.
De fato, a animação é ridícula, bizarra, fotorrealista (não necessariamente nessa ordem), parecendo que foi feita com bichos de pelúcia.
Parece que o Espírito de Ed Wood andou rondando os estúdios do filme.
E nada mais tenho a dizer sobre isso.
Antes de encerrar, gostaria de falar sobre um filme em stop motion que é uma versão mais longa de um curta de Tim Burton.
FrankenWeenie
O longa é baseado num curta da Disney feito por Tim Burton, que também se chama Frankenweenie.
Assim como o curta-metragem, o longa é uma espécie de paródia e homenagem à Frankenstein.
Bem, um menino chamado Viktor estava brincando com seu cachorro Sparky, quando é atropelado. Mais tarde, ao ler um livro sobre reencarnação, ele decide ressuscitar seu cachorrinho, porém precisa escondê-lo da sociedade.
Quando o curta de Tim Burton foi lançado, a Disney o demitiu pelo fato do curta ser muito assustador para a família.
Interessante notar que eles demitiram Tim Burton, e não demitiram o criador de Runaway Brain.
Bem este curta é sobre o Mickey Mouse, que vira um rato paranóico ao ter seu cérebro trocado por uma entidade maligna.
O mais engraçado ainda é que a Disney permitiu que Burton fizesse o filme de novo.
Olhe para o pôster abaixo e veja se estou mentindo:
Boa, Tim Burton!
Abaixo tem três fotos do filme original, e imagine como será o longa metragem.

Até a próxima, pessoal!

segunda-feira, 12 de março de 2012

Os melhores games de todos os tempos

Parece que o mundo gira em torno dos videogames.
E temos que concordar com isso, ou acaberemos sendo putinha do Caruso.
Enfim, eu sou viciado em videogames, o que me considera um nerd de marca maior, mesmo sendo fã n°1 do Batman e da Jennette McCurdy.
No artigo de hoje, selecionei games de Playstation 1, PlayStation 2, PlayStation 3 e PC, portanto nem vem reclamar se seu jogo preferido não está na lista.
Agora, sigam-me!
jackass: the game
"Oi, sou Johnny Knoxville e bem-vindos ao jackass!" Quem já viu o programa da MTV deve ter visto Knoxville falando essa frase na abertura de cada episódio. O reality show se tornou polêmico e ao mesmo tempo famoso por se tornar uma conduta de risco com manobras perigosas e outras coisas. Durante o fim da série, saiu o primeiro filme da série: jackass: the movie. Entre um filme e outro, saiu jackass: the game, uma versão mais bizarra e interativa do programa. Todos os participantes da série (exceto Bam Margera), incluindo o saudoso Ryan Dunn, emprestam suas vozes para suas versões digitalizadas. No game, você assume o controle de todos os jackass, inclusive o Wee Man! Cada fase possui uma espécie de stunt para fazer e, ao mesmo tempo fazer missões ocultas durante isso.
Eu poderia começar a debater isso, mas quero mais que se dane!
E o mais legal é que, durante o jogo, mostra-se os raios-X das partes quebradas dos malucos kamikazes da série.
Onde mais pode se ver ossos quebrados, versões ensanguentadas e computadorizadas dos integrantes, dançar de tanguinha numa loja de som, fazer rafting em um esgoto e outras coisas?
Graças a Deus existe o jackass!
Batman Forever: The Arcade Game
Um dos melhores games de beat-'em-up.
...
Eu sei que tem jogos melhores, não se meta!
Bom, o jogo é baseado no filme do Joel Schumacher, o que deu uma grande credibilidade ao mostrar uma versão em Full Motion Video do Batmóvel!
Raios, é só olhar pra foto acima e ver que eu não estou mentindo.
Basicamente, o jogo utilizou a engine de Batman Returns, o que mostra que os programadores passam por cima ao fazer um remake de um jogo de sucesso baseado em um filme TAMBÉM de sucesso!
Nada mais tenho a dizer sobre isso.
Batman: Arkham Asylum
Já falei deste game uma outra vez, então vou só resumir: jogo realista, baseado em um super-herói da DC Comics.
E o lado bom desses jogos sombrios é sua dublagem.
Diferentemente do Batman de Christian Bale (que parece arrotar quando fala), Kevin Conroy faz um perfeito Batman, com diálogos mais afiados que de um mafioso de um filme do Tarantino.
E, me desculpe, Heath Ledger, mas ninguém sabe fazer um Coringa melhor do que...
MARK HAMILL!
Raios, só ele sabe rir como o Príncipe Palhaço do Crime, o que deu um impulso na carreira do ex-Jedi.
E claro, aquelas cicatrizes do Coringa de Christopher Nolan são nitidamente falsas.
The Blair Witch Project Vol. I: The Rustin Parr
Uma espécie de Resident Evil que é baseado num filme que é uma cópia perturbadora de Holocausto Canibal. Em três volumes, a trilogia de games do filme lhe permite o direito de alterar a história do filme.
O único problema é que, a partir de um momento, ele fica diarreicamente difícil, com puzzles muito óbvios.
Agora só falta fazerem um jogo baseado na série Todo Mundo Odeia o Chris.
Já pensou controlar o Chris e o resto dos personagens?
Espero que seja um jogo de sandbox. Venderia milhares.
Até a próxima.