Brinquedos idiotas ou inúteis que nós (ou algum conhecido nosso) provavelmente já tivemos
Ah o maravilhoso mundo dos brinquedos...
Lembram quando no passado vocês sempre que abriam uma caixa de um brinquedo novo que ganhou exalava aquele cheiro de plástico recém saído da fábrica?
Claro que também saía junto aquele bafo do papelão e dos vários litros de tinta que usavam no boneco (principalmente se o bendito fosse de vinil), mas esse não é o caso.
O ponto é que, durante nossa infância, nos deparávamos com uma tonelada de brinquedos malucos vindos dos mais variados lugares, a maioria sendo idiota e não sabíamos pro que servia.
E é com esse pensamento traumático que eu abro o artigo de hoje.
Sigam-me os bons!!!!!
O soco do Gugu
Ser artista do SBT nos anos 90 era um negócio um tanto quanto bizarro e infortuno, porque às vezes você era obrigado a colocar seu nome em qualquer coisa que pudesse vender.
Afinal, foi com esse pensamento que ganhamos o CD do Rodolfo & ET e do Celso Portiolli.
Sim, o Gugu já lançou CDs, mas o nome dele ficou mais ligado aos brinquedos.
Sério, QUALQUER brinquedo nessa época tinha o nome do Gugu. Desde uma bola de futebol com um fio de telefone até aquele posto de gasolina chinfrim que não era igual ao da caixa e também não tinha metade das funções que a dita embalagem promovia.
Dentre tantas coisas que tiveram o nome do Augusto Liberato colado, uma delas foi esse par de almofadas infláveis que, de acordo com a Glasslite, era pra ser "um jeito seguro" de socar os outros.
Exceto que, como era inflável, não duraria um dia na mão de uma criança. Principalmente se quem tem os benditos eram irmãos que não suportavam olhar um pra cara do outro, aí o desastre já tava pronto.
E chega até a ser engraçado o Gugu se empolgar tanto com um brinquedo que sequer funcionava direito.
Esse sim é realmente o preço da fama.
Mas ele não foi o único que teve o nome envolvido nessas presepadas.
Qualquer tralha da Eliana
Pois é, até a Eliana já teve sua cota de brinquedos imbecis, a maioria sendo focado em preparar comida.
A máquina de chiclete da foto, por exemplo, era tão inútil que você precisava de chiclete pra fazer seus próprios chicletes e a brincadeira só acabava se o chiclete e o líquido incluso acabava, então a menina ficava com um rolo compressor de plástico pegando poeira e várias forminhas pra usar na argila ou em qualquer outro lugar.
Outro brinquedo imbecil da Eliana era uma fábrica de chocolate cujo resultado era mais uma substância que tinha textura de cola do que um produto comestível saído da fábrica do Willy Wonka.
E antes que algum fanboy da Eliana venha aqui me encher o saco (e, pasmem, eles existem!), saibam que eu não estou nem aí pro que ela faz ou deixa de fazer. Eu estou aqui pra reportar como esses brinquedos eram estúpidos e não serviam pra porra nenhuma, então tô pouco me lixando se ela fez parte da sua infância e você tem que defender ela como fizeram porque o Celso Portiolli comemorou a vitória na audiência contra aquele programa imbecil dela que ninguém assiste, nem os próprios fãs.
Ah sim, TODO MUNDO já teve um desses.
E quando digo todo mundo era todo mundo MESMO.
Primeiro porque era a opção mais barata, afinal o Game Boy custava o olho da cara na época e sem contar os cartuchos, cada um com seu preço a parte.
Os minigames da Tiger, em contrapartida, era apenas um jogo, cada um com seu controle diferente.
O que era bom pra alguns era PÉSSIMO pro restante. Como eu falei, era a opção mais barata, o que ajudou bastante a deixar a marca popular, mas também se tornou uma piada de mau gosto do parente mão de vaca que não podia dar um console portátil decente então ou dava esse ou um daqueles Brick Games.
Eu já tive um Brick Game. Eu sei, ninguém é perfeito.
Outra coisa que desfavorecia o Tiger do seu rival milionário da Nintendo era a qualidade sonora e de imagem. O gráfico dessa bosta consistia de um único cenário e desenhos que piscavam como se fossem um relógio digital, além de que era barulhento pra caralho.
E se você acha que o Brasil escapou disso, saibam que a TecToy já lançou uma versão brasileira dessa bosta (somente com títulos da Sega, óbvio), comprovando que essa foi só a ponta do iceberg pra empresa decair antes do lançamento do Sega Saturn.
Brinquedos de celebridades (ou sub-celebridades)
Se vocês acham um ultraje existir bonecos do Luccas Neto ou do Gato Galáctico, saibam que antigamente foi pior.
Pois é, até o Supla já teve uma linha de brinquedos, o que nos faz entender melhor por que a Estrela está ameaçando falir.
Inclusive a Tiazinha também teve uma caralhada de produtos, até bonecas da Gulliver.
Tente adivinhar qual deles os garotos mais compraram nessa época.
Mini rádios
Nunca entendi a graça dessa porcaria.
Sério, a pessoa tinha que ser tão pobre e fodida pra precisar de um pedaço de plástico portátil que tocava só 5 ou 10 segundos de uma música em vez de comprar o CD ou gravar numa fita K7 quando fosse tocada na rádio?
Esse brinquedo é tão inútil e imbecil que eu vou é encerrar por aqui mesmo.
Até a próxima, minha gente!








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